Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

"POR DENTRO DO CHEGA - A FACE OCULTA DA EXTREMA-DIREITA EM PORTUGAL" (2)

Setembro 17, 2025

Maria Helena Costa

capa.jpeg

20. Não, Miguel, quando cito o The Times – que alguém, que fala e escreve inglês perfeitamente, subscrevia e partilhava comigo os artigos traduzidos - refiro-me mesmo àquele que tu consideras «um prestigiado diário britânico» (de esquerda, claro). Entendo o teu ódio visceral ao The Epoch Times, que, ao contrário do que afirmas, também publica notícias fidedignas que, passados alguns anos e à medida que a agenda woke é implementada por cá, aparecem nos pravdas cá do sítio como se fossem novidade.

21. Não. Nunca votei no Paulo Portas. Votei no Pedro Passos Coelho. Vai ouvir a gravação…

22. Miguel, eu disse exactamente o contrário daquilo que escreveste, homem. É o que dá andares a editar… Tu é que disseste que havia muito dinheiro no CHEGA no início e eu disse-te que não era verdade, que éramos nós, os militantes, que contribuíamos com o que podíamos para fazer o que era preciso (tudo dentro dos trâmites legais).

23. Nunca discuti o que quer que fosse com o André Ventura. Só lhe peço, sempre que estou com ele, para fazer tudo o que estiver ao seu alcance para retirar a ideologia de género das escolas, para proteger as crianças e para devolver aos pais o direito a educar os seus filhos. A Família educa. A Escola ensina.

24. Arre! Eu não disse que o André não estava no Congresso. Eu disse que ele estava a ser entrevistado, mas que ouviu o que eu disse. Editaste mal.

25. Eu não acredito que Deus colocou o André onde está, porque o André o diz, mas sim porque a Bíblia diz que Deus institui e destitui os governantes. Entendes, Miguel? Editaste mal.

26. Editaste mal, Miguel. Eu não disse «o meu dever é protege-lo, ainda que não me proteja a mim e a ele». A frase nem sequer faz sentido… O que eu disse foi que o meu dever, como mãe, é protege-lo ainda que ele não se proteja nem a ele nem a mim. Ouve lá a gravação outra vez.

27. O que eu disse foi que, para acabar com a violência doméstica, é preciso aplicar a lei e que as penas devem ser mais duras. Infelizmente, como se tem constactado, não têm sido as medidas de restrição que têm impedido que as mulheres continuem a morrer às mãos dos seus algozes.

28. Tenho certeza de que o que eu disse foi que nenhum pastor tem um manto protector e que, se o tem em algumas igrejas neo-pentecostais, não o tem nas igrejas reformadas. Se tiver, numas e noutras, deve ser preso, ele e quem o acobertar. Sobre a conversa com o pastor, na conferência de mulheres, o tema era a violência doméstica como se percebe no texto, e não o abuso sexual. Misturaste tudo e editaste mal.

29. Eu disse «não, porque creio que Salazar não envelheceu»?? Mas, ele morreu novo, foi? Não, pois não? É o que dá a editar as conversas…

30. Eu disse que evito jornais de esquerda? Mas… São todos de esquerda… E é mesmo o The Times, Miguel, é mesmo o The Times e o The Epoch Times também. Eu sei que não gostas e que o diabolizas, por não ser de esquerda, mas as notícias são fidedignas embora tu preferisses que nunca chegassem cá antes do tempo.

31. Esqueceste-te de dizer que, para arranjar uma casa de banho para miúdos confundidos quanto à sua identidade sexual, a que chamou WC comum, a directora da escola retirou a sinalética das casa-de-banho destinada aos deficientes e colocou a sinalética “inclusiva” da moda. Resumindo, teve uma atitude activista e discriminatória ao mesmo tempo.

32. Eu bem avisei a Cibelli… Mas ela chegou a pensar que podíamos confiar no teu profissionalismo (que, a julgar pela conversa off record que publicaste, não existe) e enviou-te o convite. E, não mintas, porque falaste muito amigavelmente connosco e nunca demonstraste qualquer desconforto… Que feio, Miguel.

Resumindo, Miguel, se editaste tudo como editaste a nossa conversa, não se pode acreditar em quase nada do que escreveste e, pior, não és confiável, pois até o que tínhamos acordado que não seria publicado publicaste. És uma vergonha para o jornalismo e só me dás razão em tudo o que escrevi sobre ti. Aquilo que denominaste como A face oculta da extrema-direita em Portugal, é apenas a tua visão esquerdopatizada do CHEGA. É o velho lema Leninista: «acusa-os daquilo que tu és/fazes». Mais uma vez, o CHEGA terá cada mais votos, o André Ventura, se Deus quiser, será 1º Ministro de Portugal, e qualquer dia ninguém acreditará nos jornalistas, em nenhum de vós. 

auto.jpeg

"POR DENTRO DO CHEGA - A FACE OCULTA DA EXTREMA-DIREITA EM PORTUGAL" (1)

Setembro 17, 2025

Maria Helena Costa

capa.jpeg

Chegou hoje, com dedicatória, e, claro, fui ler o que o Miguel Carvalho editou da minha entrevista.

auto.jpeg

Ai, Miguel, Miguel… Confesso que, quando te disse que só daria a entrevista se me deixasses gravá-la, não me lembro de me teres respondido: «Sem problema, mas a edição é minha.», até porque, se tivesse ouvido essas palavras talvez não te concedesse a entrevista. Mas, no geral, tirando a parte em que decidiste começar por me acusar de algo de que sou acusada (sem provas) – porque é que o tentas fazer ao trazer o assunto à baila – editaste algumas coisas muito mal e quem conhece a minha história vai perceber isso mal comece a ler.

Então, vamos por páginas e por pontos:

Págs. 554-559

  1. O teu livro prova claramente que eu estava certa em relação a fazeres tudo para «deixar o CHEGA na lama», o que, diga-se de passagem, não tem surtido efeito algum. Que te pagam para isso, não tenho dúvidas, e também acabo de perceber que o fazes devido a um ódio visceral procedente da ideologia política que adoptaste.
  2. Tens razão. Quando me sentei para falar contigo tinha isso muito presente e, no entanto, fui correcta e verdadeira contigo.
  3. Quando conversámos, já não era vendedora há muitos anos e disse-to.
  4. Tens razão. Não queria, e não vou falar do meu filho mais novo no que diz respeito às acusações que el próprio decidiu disseminar por aí.
  5. Nada, neste mundo, se Deus me der discernimento e me preservar na fé, me fará mudar de ideias acerca daquilo que a Palavra de Deus descreve como sendo pecado e que causa a morte eterna aos que não se arrependem. Se um dos meus filhos fosse adúltero - por não conseguir renunciar às suas afeições desordenadas - não ia dizer-lhe que estava tudo bem só porque ele é meu filho. Portanto, independentemente de qual seja o seu pecado (e todos nós pecamos em muitas coisas), não posso, em consciência, enganar um filho meu dizendo-lhe que está tudo bem. Isso não seria uma acto de amor, mas sim de ódio.
  6. Eu não combato os homossexuais, mas sim a imposição da normalização da homossexualidade e de outras formas de as pessoas se relacionarem sexualmente às crianças, desde a mais tenra idade. Eu combato a ideologia de género os seus efeitos nefastos em crianças e jovens adultos, que são enganados, mutilados e destruídos para toda a vida.
  7. Gosto do dicionário.
  8. Sim, creio que é justo que uma mãe, que opte por ficar em casa a educar e a cuidar dos filhos, tenha ajuda do Estado e que essa ajuda seja, por exemplo, diminuindo a carga fiscal ao marido, que trabalha para que ela possa ficar em casa a criar os filhos.
  9. E eu que acreditei que, antes de teres ligado o gravador, tínhamos falado off record… Inocência a minha e só prova que eu tinha razão nas críticas que te fazia. Que feio, Miguel, que feio. Isso não é jornalismo, é militância e falta de carácter.

Págs.560-572

  1. Os meus pais só iam à igreja nas datas especiais. Eram católicos não-praticantes, como soa dizer-se por aí, mas não eram hipócritas.
  2. O meu ex-marido gostava muito de cerveja (das loiras), ou seja, de beber, mas, que eu saiba, nunca me traiu e eu nunca o acusei de o fazer. Editaste mal…
  3. Acho que não disse que era só em certas zonas do país que as mulheres eram mães cedo, mas sim, que, naquele tempo, as mulheres casavam cedo e, logicamente, eram mães cedo.
  4. Eu não apanhei uma reguada porque «dei um malho com força» ao “namoradito” que tinha na terceira classe, mas sim porque lhe dei uma reguada – a mando da professora – com pouca força, para não o magoar. Editaste mal. Vai ouvir outra vez.
  5. Tentei separar-me a primeira vez em Portugal. Nenhum dos meus filhos nasceu no Brasil. Editaste mal.
  6. No Brasil, lia poucas obras portuguesas e ia buscar os livros à biblioteca do Clube ITAÚ, porque eu morava dentro do clube e tinha esse privilégio. Eu expliquei-te Miguel… Editaste mal.
  7. Fui adjunta de chefe de secção têxtil de um hipermercado e também fui promovida a chefe de sector desse mesmo hipermercado, porque eram muito competente naquilo que fazia (chama-se: meritocracia). Mas, essa parte não interessa pra nada, não é?
  8. Não, Miguel, eu não me separei e depois fui falar com o pastor da minha igreja. Eu falei com ele antes de me separar. Editaste mal.
  9. E, não, quando engravidei do meu filho Miguel, há mais de 10 anos que tinha saído do casamento em que, de facto, corri risco de vida. Editaste mal.
  10. Eu não disse todas «as neopentecostais», mas citei especificamente os nomes daquelas que considero “empreijas” e não “igrejas”. Editaste mal.
  11. Nunca, mas mesmo nunca, chamei “fundamentalista” à Damares Alves. Nunca. Como está entre parêntesis rectos, deduzo que seja um acrescento teu, orientado pelo teu ódio a todos aqueles que não professam a tua cor política.

CONTINUA: 

 

É URGENTE COMEÇAR A DENUNCIAR TAMBÉM OS MÉDICOS PORTUGUESES

Setembro 10, 2025

Maria Helena Costa

3000.webp

Por Marisa Antunes

A medicina afirmativa de género está fora de controlo e a deixar um rasto de jovens vítimas.
Se é certo que por cá a prescrição de bloqueadores hormonais a crianças é residual (o caso em denúncia neste post) - apesar das pressões do lobby trans português -, já não são assim tão residuais as cirurgias de "mudança de sexo" a pessoas muito jovens, com 18 anos ou pouco mais, miúdos invariavelmente destruídos que se "autodeterminam' como do sexo oposto, recebendo livre passe para hormonas e cirurgias.
No ano passado, a média, só nos primeiros cinco meses do ano, era de duas cirurgias de mudança de sexo por semana e só no SNS. Uma gota neste pântano que já conta com vários privados a operar estes jovens como o Instituto da Face e o hospital da Ordem de São Francisco, no Porto, pelas mãos muito requisitadas do cirurgião Gustavo Coelho....
No grupo de pais do Juventude em desTransição (JeT), da Genspect (que não conseguem ser ouvidos em órgão de comunicação social algum apesar das várias tentativas) há casos de raparigas que receberam o aval do psiquiatra para seguirem para transição após uma única consulta de 10 minutos e de rapazes que na segunda ida ao hospital já estão na consulta de "preservação de fertilidade" porque a partir da terceira já vão fazer estrogénio. Isto no SNS.
É inadmissível que o ministério da Saúde perante todos os factos, eventos, polémicas e estudos científicos, depois do Cass Report, do WPATH leaks, da mudança de rumo por parte de vários países, incluindo os nórdicos (muito mais avançados nesta matéria) continue a achar normal seguir a abordagem afirmativa preconizada pela WPATH, tal como me foi transmitido na peça que a Sábado publicou:
https://lnkd.in/dM_Md24z
Quanto mais tempo passar, quanto mais vítimas houver, sem que nada se altere, mais explicações terá a ministra da Saúde, ex-Bastonária dos Farmacêuticos, a dar. Espero que os pais e os jovens detrans não se esqueçam de lhe cobrar.

Aqui, a conta do Jet:
https://lnkd.in/ddz7P-G2

 

 

SANDRA RIBEIRO, A MADRINHA DA TRANSIÇÃO SOCIAL DE MENORES NAS ESCOLAS, SAI DA COMISSÃO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO

Setembro 10, 2025

Maria Helena Costa

1757493163312.jpeg

Por Marisa Antunes

Imaginem que estão a assistir a uma reunião de pais na escola dos vossos filhos e ficam a saber naquele momento que eles são tratados por outro nome e, pior, por outro género, tudo isto sem o vosso conhecimento e, claro, consentimento? Que esse nome inventado pela criança, essa nova personagem com o género oposto ao seu sexo biológico, passou a ser usado por todos os professores, colegas de turma e psicólogas escolares?
Chocante, não? Eu tenho registos gravados de pais e professores da escola António Arroio, em Lisboa, sobre a situação acima descrita, mas sei que isto aconteceu, legalmente, em várias outras escolas deste país ao abrigo do manual Direito a Ser nas Escolas, promovido pelo ex-ministro da Educação, João Costa, com o beneplácito do outro Costa e com a preciosa ajuda de Sandra Ribeiro, a executante que coordenou o dito manual com 9 entidades LGBT, todas adeptas de conceitos com ZERO bases científicas, assentes na identidade de género.
https://lnkd.in/d--Zyd4V e https://lnkd.in/dxjAQUXd e
https://lnkd.in/ddj4TbRh
Sandra Ribeiro e os amigos LGBT, colocaram em prática a mais aterradora forma de transição social de menores, ao nível do extremismo mais radical em outros pontos do mundo, como na Califórnia, por exemplo:
https://lnkd.in/dPskkt5W
Com a diferença que por cá, os jornalistas tudo lhe permitiram, inclusive insultar as mentes coerentes, como aconteceu aqui no podcast de Paula Cosme Pinto e Patrícia Reis, na Rádio Comercial:
https://lnkd.in/drd4TEXg
Parafraseando a psicoterapeuta e fundadora da Genspect, "a transição social é uma intervenção clínica significativa que não pode ser feita de uma forma ligeira, muito menos pela comunidade escolar. Eles estão a fazer uma intervenção psicológica que não tem qualquer evidência médica. Não sabemos que impacto irá ter na criança ou no jovem que está em questionamento identitário e/ou que tipo de conflitos irão surgir. E não sabemos porque não existe qualquer evidência médica-científica para isto".
https://lnkd.in/dEUMWTGy
Sandra Ribeiro vai para a sua vidinha, mas que fique aqui registado que mudou de forma irreparável a vida de muitos jovens e as suas famílias, algumas das quais eu conheço através do Jet. Que lhe fique na consciência, se a tiver.
https://lnkd.in/dr8dPeKC

E, pergunto eu, Maria Helena Costa, será que a pessoa escolhida - pela ministra, activista, pró-lgbt+, que achava muito bem que se passasse a usar o termo "pessoas que menstruam", vai ser diferente da que vai à sua vidinha? 

NA AGENDA PRÓ-TRANS DO "PÚBLICO" NEM OS BEBÉS ESCAPAM

Setembro 09, 2025

Maria Helena Costa

12.png

Imagem: https://www.publico.pt/2025/04/24/p3/noticia/maes-trans-conseguem-amamentar-lactacao-induzida-enfrentam-preconceitos-2130934

Por Marisa Antunes

Ainda a reboque de um 'post' recente sobre o abuso infantil que é praticado pelos chalupas para ir ao encontro de insanidade ideológica, recebi de uma pessoa que simpaticamente lê aqui os meus textos, esta 'pérola' do 'Público" e que me tinha escapado... E como se enquadra bem no tema no sacrifício das crianças à IG a que nem os recém-nascidos escapam, cá vai ...
Republicando um texto da Folha de S. Paulo, o "Público" partilha as 'inclusivas' histórias de duas "mulheres" trans (homens biológicos) para produzir "leite" dos seus mamilos masculinos para amamentar os seus bebés...
Sem surpresas, o artigo apenas segue a 'inclusiva' narrativa pró-trans ocultando os graves riscos da dita substância para os bebés - o uso do medicamento que induz a "lactação" em homens foi proibido nos EUA pela FDA, uma vez que há riscos de criar problemas cardíacos aos bebés!!! Imagine-se!
Ao longo do texto discorre-se longamente sobre a forma como o "leite personalizado" produzido pelas "gestantes", leia-se, homens biológicos, é produzido, desde a terapia hormonal necessária até ao "desenvolvimento doloroso dos ductos mamários, os canais de drenagem do leite", passando pela "estimulação dos seios com bombas elétricas de sucção". Aborda-se ainda o "significado simbólico" desta amamentação em "casais trans heterossexuais" - leia-se mulher trans (homem biológico) com homem trans (mulher biológica, que pode já estar mastectomizada), do 'vínculo emocional' que se cria com o bebé e do "stress" que foi causado pela reação exacerbada de muita gente a uma postagem nas redes sociais de uma das "gestantes" e que lhe "afetou a produção de leite logo após a primeira semana"... O tx inclui ainda os depoimentos de duas prestimosas médicas brasileiras que garantem que "não há provas de que a indução tenha efeitos negativos no desenvolvimento infantil"...
Será bem assim? O que não está escrito no artigo é que a ingestão desta mistela carregada de hormonas por recém-nascidos tem sido altamente polémica nos países onde foi permitida. como aconteceu, por ex. no Reino Unido, como se pode ler aqui:
https://lnkd.in/dy5EsDxj
Tal como não se escreve uma única linha sobre o protocolo da FDA que desaconselha o seu uso:
https://lnkd.in/dcz8NUnT
Ou que o NHS britânico acabaria por restringir a dita substância, desde o ano passado, como se pode ler aqui:
https://lnkd.in/dB5Y2s-i
Onde está esta informação altamente pertinente e cuja omissão pode colocar em risco a vida de bebés?? Onde está a Ética e Deontologia do código dos Jornalistas? Isto é extremamente grave. ERC?? Alôoo??


https://lnkd.in/dXDWH6wy

Cabe aos pais cancelar essa gente

Setembro 08, 2025

Maria Helena Costa

1757044014366.jpeg

Por Marisa Antunes, AQUI

"Na Australia ou em Portugal. Ou em qualquer outro país do mundo. Ensinar às crianças e jovens nas escolas, seja qual for a faixa etária, conceitos absurdos assentes na "identidade de género", emanada como diz e bem a grande Abigail Shrier, de uma teoria revolucionista que cria uma terrível e devastadora confusão na cabeça dos miúdos, não é de todo tolerável. E não, já todos sabemos que não, não é "inclusão".
Em contagem decrescente para o início do ano lectivo e com as novas regras na disciplina de Cidadania, os pais devem estar atentos à infiltração de conteúdos ideologicamente inapropriados, podendo e devendo bloqueá-los.As figurinhas capturadas ideologicamente e infiltradas nas direcções escolares, as mesmas que convidaram ativistas LGBT, psicólogas e Psiquiatras, para falar de identidade de género e afins, em anos lectivos anteriores, não desapareceram por magia.
Cabe aos pais cancelar essa gente, aplicando exatamente a mesma fórmula que eles adoram aplicar aos outros. Com a diferença que deste lado existe real legitimidade para o fazer. Façamos, portanto."

APRESENTE O PIN PARENTAL

PAIS, DENUNCIEM E REJEITEM A LAVAGEM CEREBRAL

Setembro 08, 2025

Maria Helena Costa

1757247832434.jpeg

PAIS, DENUNCIEM E REJEITEM A LAVAGEM CEREBRAL QUE OS ACTIVISTAS QUEREM FAZER AOS VOSSOS FILHOS 👇 (sim, estou a gritar!)

Esta "psicóloga" dá consultas na Amplos, que como bem se sabe é financiada por todos nós.... A Amplos trabalha diretamente com as escolas:  https://www.amplos.pt/noticias/projeto-ampliando-famlias-na-escola, https://www.amplos.pt/todos-os-projetos-e-parcerias/projectos/projeto-tal-igual, e muito mais...

 Aí está o perigo que esta gente representa... Os diretores das escolas escancaram-lhes as portas... Na escola de Alfena:
https://www.facebook.com/share/1EyPATKGKy/

Na escola sede de Pampilhosa da Serra:
https://www.facebook.com/share/19wcM6MoVR/

E em muitas mais. Isto tem de acabar. Continuar a compactuar com gente que espalha ideologia de género nesta altura do campeonato é simplesmente inadmissível. Os pais podem e devem bloquear isto ao abrigo das novas regras da disciplina de Cidadania. Espero que o façam, apresentando o PIN PARENTAL.

 

Afinal, a disciplina de cidadania não é nova

Setembro 06, 2025

Maria Helena Costa

GvZnp_dXYAAUEPu.jpg

O problema de eu ter começado tão cedo não foi só que eu não podia consentir, como também não conseguia ter uma visão completa das coisas. Nunca vou poder amamentar, nunca vou ter aquela sensação erógena no meu peito. Detesto falar sobre isso, mas estou a sofrer de disfunção sexual aos 18 anos. Isso é algo que as mulheres normalmente passam quando estão na casa dos 40 ou 50 anos. Como é que eu podia saber?[1]

Essas palavras foram proferidas por Chloe Cole, uma jovem de 18 anos, da Califórnia, que decidiu reverter o processo de “mudança de sexo” [destransição]. Chloe começou a sua transição aos 12 anos. Diagnosticada e orientada por profissionais de saúde, que conseguiram a autorização dos pais aterrorizados com a pergunta: “preferem um filho vivo ou uma filha morta?”, tomou bloqueadores da puberdade e testosterona aos 13, e fez uma mastectomia dupla aos 15 anos.

Decidi começar este artigo com as palavras da Chloe, porque, infelizmente, o ensino (ou deveria dizer “educação estatal”?) continuará a impor aos alunos uma “educação sexual” sob a perspectiva do Estado, passando por cima da educação que os pais entendam dar aos seus filhos numa questão tão íntima como a sexualidade.

De acordo com a informação disponibilizada até ao dia de hoje, a nova disciplina de Cidadania e Desenvolvimento (ENEC e Aprendizagens Essenciais, 2025), que de nova não parece ter nada, e que, de acordo com as palavras do Sr. Ministro da Educação, foi tornada oficialmente OBRIGATÓRIA pelo actual executivo, não trabalhará a Educação Sexual isoladamente, mas em articulação interdisciplinar com outras disciplinas, em especial: (Português, História, Biologia, Ciências Naturais, etc.). Ou seja: sempre que conteúdos de Cidadania (como saúde sexual e reprodutiva (aborto?)) são tratados noutra disciplina, as Aprendizagens Essenciais fazem a ligação, reforçando coerência curricular.

Resumindo: isto já era assim e continuará a ser. Nada mudou. No Referencial de Educação para a Saúde (2017), na pág. 7, pode ler-se:

A PES, enquanto uma das dimensões da educação para a cidadania, reveste-se de particular importância para o sistema educativo, uma vez que constitui uma área de conteúdos presente em todos os níveis de educação e ensino, em diferentes disciplinas. Enquanto temática transversal e transdisciplinar, pressupõe: (i) uma interpretação em espiral com todas as suas áreas interligadas ao longo de todo o percurso escolar; (ii) uma perspetiva de intervenção consciente, criativa e intencional; (iii) uma posição de negociação permanente por processos éticos centrados em quem aprende; (iv) uma visão holística, porque as competências devem ser desenvolvidas transversalmente em todas as áreas curriculares.

Voltando à “nova” disciplina de Cidadania, somos informados:

Papel da Biologia e das Ciências Naturais

**Ciências Naturais (2.º e 3.º ciclo):

  • Abordam as transformações da puberdade, o sistema reprodutor, a fecundação, gravidez e contracecção, assim como a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (IST).
  • Estabelecem a base científica para os conteúdos de educação sexual.

**Biologia (Ensino Secundário):

  • Explora em maior profundidade a reprodução humana, genética e hereditariedade, ligando ao conhecimento do corpo, à saúde sexual e reprodutiva.
  • Aborda também questões éticas ligadas à sexualidade, reprodução medicamente assistida e biotecnologia.

Complementaridade com Cidadania

Enquanto Ciências Naturais e Biologia fornecem a componente científica, a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento acrescenta a dimensão ética, social e de direitos humanos:

  • Consentimento;
  • Afectividade;
  • Igualdade de género;
  • Diversidade sexual e de género;
  • Prevenção da violência no namoro;
  • Assédio e abuso.
  • Promoção de relações saudáveis e responsáveis.

Eu sei que, no dia 21 de Julho, o Sr. Ministro da Educação disse: «A igualdade de género, essa cultura do respeito, é muito importante. Outra questão muito mais complexa é a questão da identidade de género. De facto, não faz parte das aprendizagens essenciais».[2] 

Mas, olhando para os termos utilizados, e sabendo que nós não temos género, mas sim sexo, pergunto:

A abstinência sexual – que garante o fim das gravidezes indesejadas e das doenças sexualmente transmissíveis - vai ser ensinada?

Como pretende garantir às famílias que os activistas não continuarão a usar a sala de aula para confundir as crianças com ideologia de género? Com a ideia de que poderão escolher identificar-se com uma das letras do abecedário colorido e que podem “mudar de sexo” quando quiserem?

As bandeiras lgbt+ vão ser retiradas das escolas?

Como pode garantir que os activistas não vão continuar a confundir as crianças quando falarem de “diversidade sexual e de género”, “violência no namoro”, “afectividade”, “consentimento”, “relações saudáveis e responsáveis”, etc.? Afinal, foi isso que aconteceu nos últimos anos e, que eu saiba, os contratos com as Associações activistas lgbt+ não foram revogados, ou foram?

E a Lei 38/2018? Vai ser revogada? (Pergunto, porque pode ser invocada em defesa dos activistas).  

Eu entendo que a maior parte das famílias não fique preocupada com termos como “educação sexual” e “direitos humanos” e até ache muito bem que os seus filhos sejam esclarecidos sobre tão "nobres" causas na Escola, mas a verdade é que têm sido máscaras para o que escondem. Senão, vejamos:

Educação sexual

Entre 1995-1998, a Associação para o Planeamento Familiar (APF) desenvolveu, aplicou e avaliou um programa piloto de educação sexual em 5 escolas. Segundo a avaliação final, a experiência foi um estrondoso sucesso. Consequentemente, o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde encomendaram-lhe o guia: «Educação Sexual em Meio Escolar - Linhas Orientadoras». Os objectivos dessa publicação, enviada para as escolas no ano 2000, eram:

«Clarificar o conceito e o quadro ético de referência da Educação Sexual; indicar pistas para a integração da Educação Sexual na vida escolar ao nível curricular, para os vários níveis de ensino; identificar um modelo orientador da informação dos professores e de outros agentes educativos das escolas para se envolverem em actividades e programas de Educação Sexual;

Eis alguns excertos desse documento:

Objectivos da Educação Sexual na idade pré-escolar (0-6 anos)

  1. Aprender a realizar a masturbação, se existir, na privacidade;
  2. Adquirir um papel de género flexível;
  3. Aceitar de forma positiva os comportamentos sexuais do próprio e dos outros;
  4. Conhecer e usar, se necessário, o vocabulário popular (palavrões) sobre as partes mais sexuais do corpo;
  5. Conhecer diferentes tipos de família;
  6. Abusos sexuais

Dos 0 aos 6 anos, havia actividades que tinham como objectivo levar as crianças a conhecer os diferentes tipos de família. Para isso, elas deviam picotar e recortar imagens de dois homens, duas mulheres e um homem + uma mulher, pensarem numa peça de teatro baseada nessas imagens e interpretarem-na. O livro instruía:

É então dada às crianças a oportunidade de pintar os seus desenhos com cores diferentes, de forma a indicar quais as partes do corpo que elas gostam, ou não, que sejam tocadas. Estes desenhos podem ser recolhidos de forma a constituir informação para o professor. Mais tarde, esta informação pode ser utilizada pelo professor para orientar uma discussão sobre o espaço pessoal e o direito ao nosso próprio corpo.

Vocabulário:

Queremos tornar as crianças conscientes de que podem existir diferentes tipos de linguagem (…) Por exemplo, vocabulário médico (pénis, vagina, relações sexuais), calão (f…, c…, c…) (Desculpem, mas não vou escrever os palavrões tal como está no livro.) Dividir o grupo em 4 ou 5 sub-grupos e pedir a cada um que encontre mais termos para nomear palavras como: testículos, pénis, vagina, relação sexual (cada grupo deve trabalhar com apenas uma palavra). Depois do grupo considerar esgotadas todas as designações, passar a folha ao grupo seguinte que tentará acrescentar mais alguns termos.

Orientação sexual:

  1. Sugerir a 5 alunos e alunas voluntários que se sentem no chão, em posição confortável. Deverão fechar os olhos e imaginar que vão numa viagem de avião sem roteiro definido. Esperar então 2 a 3 minutos. Para o sucesso do exercício, os rapazes e raparigas que estão a observar devem permanecer em silêncio e prestar atenção aos gestos, palavras e expressões faciais da equipa de viajantes. Passado esse tempo, o professor deverá produzir um ruído que assinale a chegada ao local, inteiramente desconhecido, por exemplo, deixando cair um objecto.
  2. No avião ficam 2 viajantes. Os/as restantes vão fazer o reconhecimento da sociedade local. Constatam e confirmam que a maioria da população é homossexual.
  3. Debate orientado por algumas das seguintes perguntas:

- Um comportamento é saudável ou «normal» porque é maioritário?

- Os comportamentos saudáveis são forçosamente maioritários?

- Quais as diferentes atitudes face à homossexualidade?

- Quais as repercussões individuais e sociais da homossexualidade?

- Quais as repercussões da homossexualidade sobre o grupo de amigos?

Conhecer contraceptivos:

Um pénis de plástico, ou borracha, era (e ainda é) exibido nas escolas portuguesas. Alunas, muitas vezes de tenra idade, eram convidadas a colocar o preservativo. Pessoas que assistiam denunciavam o desconforto da maior parte dessas meninas.

No dia 14 de Maio de 2005, o jornal «Expresso»[3], depois de analisar cuidadosamente todo o material enviado para as escolas, colocou o assunto na primeira página. A Ministra da Educação (que nada tinha que ver com o assunto, dado que tudo isto tinha sido feito durante os governos Guterres) pediu a duas comissões que analisassem o assunto (GTES e CNE). As duas comissões fizeram duras críticas a este programa e o Ministério da Educação cancelou o protocolo com a APF, a filial portuguesa da Planned Parenthood. Durante 3 anos, a educação sexual na escola esteve bastante adormecida.

Em Junho de 2009, Maria de Lurdes Rodrigues, a ministra da Educação, disse que havia 600 professores formados pelo Ministério e 12 mil formados pela APF para dar educação sexual. No dia 4 de Agosto, durante o governo Sócrates, foi publicada a lei 60/2009, que estabelecia o regime de aplicação da educação sexual no ensino escolar.

Neste interregno de 3 anos apenas se soube que a APF ia às escolas mostrar um filme com imagens de sexo explícito, que também foi transmitido na RTP 2, e do qual transcrevo um pequeno excerto:

Queríamos ver se o pai e a mãe estavam, estavam... Se o pai e a mãe estavam a dar beijinhos.
- Como é que se faz um bebé? Como é que eu fui feito?
- É preciso uma mulher e um homem.
- Pois é, eles brincam e o bebé nasce.
- Mas não nasce logo e tem que ser bem feito.
- E então?
- Sei lá, eles deitam-se um em cima do outro e brincam e depois fazem o bebé. (Imagens de um homem e de uma mulher, nus, a deitarem-se um em cima do outro numa cama).
- Não, não é só assim, deitados.
- Não?
- O pénis do homem tem que entrar na vagina da mulher. (Imagens do homem e da mulher, nus, a olharem para os órgãos sexuais um do outro).
- Vagina? Que nojo!
- Por quê?
- Por causa dos óvulos e dos espermatozoides.
- Porque o espermatozoide tem de entrar no óvulo.
- Ah! E eles têm de se deitar um em cima do outro?
- Não, as pessoas é que têm de fazer amor. (E aparecem imagens do homem e da mulher a terem relações sexuais entre gemidos de prazer, que as próprias crianças do vídeo imitam).

Será que alguém acredita que as crianças não vão experimentar o que viram no desenho animado?

Na altura, um grupo de pais perguntou ao Presidente do Parlamento em que país é que existia um modelo de educação sexual comparável ao português. Não houve resposta. Quando questionado, sobre quais os estudos em que se baseavam para pensar que o modelo de educação sexual adoptado traria bons resultados, não conseguiu indicar nenhum estudo. Da mesma forma que não encontrou um único exemplo para dar quando lhe foi perguntado em que país é que esta educação sexual conseguiu diminuir o número de adolescentes grávidas e baixar a taxa das doenças sexualmente transmissíveis. 

Será que, hoje, passados 16 anos de “educação sexual” nas escolas, o Sr. Ministro nos pode responder a estas perguntas?

Direitos humanos

No caderno PRESSE (2022-2023) do 1º Ciclo[4], na pág. 24, somos informados de uma actividade que pretende explicar o conceito ideológico de género como direito humano:

A actividade de grupo consiste em fazer com que as crianças façam «a roda dos direitos humanos e em conjunto expressem o respeito pelos direitos de todas as pessoas serem livres e iguais em dignidade». Tão fixe, não é? Só não havia necessidade de os alunos – dos 6 aos 10 anos - terem de se fazer passar por gays, lésbicas, trans, etc., até porque são demasiado novinhos para serem despertados para isso e para serem recrutados para o movimento lgbt+ (pág. 27). Além disso, compete aos pais educarem os filhos e ensinarem-nos a respeitar os outros, não por se identificarem com uma das letras do abecedário colorido, mas por serem SERES HUMANOS.

É assim que se continuará a falar de direitos humanos às crianças?

Os guiões e os referenciais, sobre sexo, têm-se tornado cada vez mais ideológicos e explicitamente pornográficos. Será que isso vai mesmo mudar?

Gostaria ainda de mencionar algo que se encontra na Resolução do Conselho de Ministros n.º 127/2025, na pág. 8, que saiu no Diário da República e que tem tranquilizado os pais:

O professor titular de turma/diretor de turma, bem como os demais professores do Conselho de Turma, envolvendo ativamente os alunos, os pais e os encarregados de educação, devem elaborar, no início do ano escolar, o plano de turma relativo à Educação para a Cidadania. Deste plano, no âmbito dos projetos a concretizar, devem constar as dimensões do 2.º grupo de Educação para a Cidadania a implementar, as iniciativas e as visitas a realizar, bem como as entidades externas a convidar.

O plano deverá ser aprovado em reunião de conselho de turma, no qual devem participar os representantes dos alunos e dos pais e encarregados de educação.

Após aprovação do plano, os pais e encarregados de educação deverão ser informados de todas as atividades a desenvolver no âmbito da concretização dos projetos que envolvam Educação para a Cidadania.

Pergunto ao Dr. Fernando Alexandre:

Todos os pais serão ouvidos, ou só serão ouvidos os representantes dos pais? As decisões dos pais serão levadas em conta? Ou só serão levadas em conta as decisões das associações de pais, que, na sua maioria, estão controladas pelos mesmos que sempre aprovaram o que se foi implementando nas escolas durante o reinado do PS & CIA?

Faço estas perguntas, porque o guia Educação Sexual em Meio Escolar - Linhas Orientadoras, de 1995-1998, já contemplava:

Promover o desenvolvimento de acções de Educação Sexual nas escolas, na sua necessária articulação com outros agentes educativos, nomeadamente com as famílias e, também, com outros serviços e profissionais, como os da área da Saúde.

E, a Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto, no seu Artigo 11.º, garantia:

Participação da comunidade escolar

1 - Os encarregados de educação, os estudantes e as respectivas estruturas representativas devem ter um papel activo na prossecução e concretização das finalidades da presente lei.

2 - Os encarregados de educação e respectivas estruturas representativas são informados de todas as actividades curriculares e não curriculares desenvolvidas no âmbito da educação sexual.

Mas, nada disso passou do papel. Aliás, quando questionada por um pai que reclamava de conteúdos de cariz sexual leccionados em sala de aula, na disciplina de matemática, ao seu filho de 11 anos, a directora da escola usou um artigo da lei 60/2009 para silenciar o encarregado de educação. Ela escreveu no e-mail:

A Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto (que não foi revogada) estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar.

O Artigo 1.º, Objecto e âmbito, define que:

1 — A presente lei estabelece a aplicação da educação sexual nos estabelecimentos do ensino básico e do ensino secundário.

2 — A presente lei aplica -se a todos os estabelecimentos da rede pública, bem como aos estabelecimentos da rede privada e cooperativa com contrato de associação, de todo o território nacional.

O Artigo 7.º, Projecto de educação sexual na turma, define que:

1 — O director de turma, o professor responsável pela educação para a saúde e educação sexual, bem como todos os demais professores da turma envolvidos na educação sexual no âmbito da transversalidade, devem elaborar, no início do ano escolar, o projecto de educação sexual da turma.

2 — Do projecto referido no número anterior, devem constar os conteúdos e temas que, em concreto, serão abordados, as iniciativas e visitas a realizar, as entidades, técnicos e especialistas externos à escola, a convidar.”

Informamos que se persistir alguma dúvida sobre o Projeto de Educação Sexual da Turma do seu educando, poderá marcar uma reunião com o Senhor Diretor do Agrupamento.

Cordialmente,
A Direção

Este caso, mostra como a direcção da Escola decidiu omitir o Artigo 11º da mesma Lei que usou para tentar silenciar o pai.  Eu sei que o Artigo 7º, de alguma forma, pode ser usado para anular o Artigo 11º. Mas, se o Artigo 7º está na lei para ser usado a fim de anular o Artigo 11º, o que temos é uma lei criada para afastar os pais da educação dos seus filhos ao mesmo tempo que finge incluí-los.

Na verdade, salvo raras excepções, os pais NUNCA são informados do que de facto se passa nas aulas que abordam a sexualidade de acordo com os conceitos ideológicos do género. Eles são enganados com slogans que mascaram e escondem a ideologia. O objectivo da Educação Integral em Sexualidade é atacar toda a forma de pudor e decência, a sacralidade do corpo e do sexo e as relações sexuais normais, confundindo as crianças e despertando nelas desejos sexuais que deveriam continuar a ser reservados para a idade adulta, destruindo o conceito de família como uma instituição anterior ao Estado, constituída por um homem, uma mulher e os seus filhos.

Despertar e incentivar as crianças a terem múltiplas experiências sexuais resultará em: mais doenças sexualmente transmissíveis, mais abortos, mais preconceito religioso, e, acima de tudo, em mais lares desfeitos.

O currículo sexual em vigor nas escolas é vendido como algo absolutamente necessário «para respeitar todas as formas de sexualidade»; que promove a «inclusão, em vez de exclusão»; «compaixão, em vez de bullying» e «liberdade, em vez de opressão sexual». E, todos aqueles que se opuserem à erotização e sexualização precoce dos seus filhos, são chamados de intolerantes, propagadores do ódio e fanáticos religiosos de direita.

A grande maioria dos pais nunca foi ouvida e nunca foi informada de rigorosamente nada – no que diz respeito aos conteúdos de educação sexual - pela maior parte das escolas. E, quando se atreveram a pedir os programas detalhados foram ameaçados com a CPCJ e viram os seus filhos a serem ostracizados. (Posso provar o que afirmo.)

Portanto, e para terminar que o texto já vai longo, os pais não podem continuar a confiar em leis que se repetem, mas que nunca cumprem os objectivos propostos.

Urge devolver a educação sexual das crianças à família. O Estado não pode continuar a usurpar o direito e o papel dos pais. A educação sexual em contexto escolar tem tido péssimos resultados. Os políticos precisam ouvir alertas como este:

A actual crise global de saúde mental entre os jovens e, em especial, entre as raparigas pode introduzir ainda mais complexidade no processo de desenvolvimento da identidade. Cerca de 70% ou mais dos jovens que apresentam preocupações com a identidade de género pela primeira vez na adolescência tinham diagnósticos psiquiátricos antes de apresentarem disforia de género. A forte ligação entre uma identidade trans na adolescência e a presença de diagnósticos neurocognitivos merece consideração adicional, uma vez que os indivíduos no espetro do autismo têm frequentemente não-conformidade de género. Estes factores podem desempenhar um papel na emergência de uma identidade transgénero como um mecanismo desajustado para compreender a sua angústia. O arco natural da adolescência é a eventual resolução da confusão de identidade e a consolidação de uma identidade saudável e multifacetada. Problematicamente, todas as fases dos cuidados de "afirmação do género" perturbam o curso natural do desenvolvimento da identidade.[5]

E agir em conformidade.

 

[1] https://www.youtube.com/watch?v=6O3MzPeomqs

[2] https://www.publico.pt/2025/07/21/sociedade/noticia/cidadania-identidade-genero-tema-complexo-2141219

[3] Não consegui encontrar a notícia do Expresso, mas encontrei esta sobre o assunto: https://www.rtp.pt/noticias/pais/educacao-sexual-pais-indignados-criam-movimento-e-exigem-medidas_n10555; https://edisal.salesianos.pt/index.php/noticias/860-educacao-sexual-polemicas (Consultado em 01/09/2025, às 12:59h)

[4] https://www.presse.com.pt/1o-ciclo/

[5] https://link.springer.com/article/10.1007/s11930-023-00358-x

A PRAGA E OS PERIGOS À LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Setembro 05, 2025

Maria Helena Costa

im 1.png

Por: Marisa Antunes
Fonte da notícia

Infiltraram-se na última década em todas as instituições basilares das sociedades de todo o mundo criando um autêntico filme de terror que tudo levou à frente. Começaram por tomar de assalto a liberdade de expressão, sufocando quem questionava a distopia, criaram uma absurda mas poderosa campanha de marketing embrulhada em arco-íris, unicórnios e palavras como 'inclusão', 'diversidade' e 'empatia" e a partir daí foi sempre 'a abrir' perante o inexplicável atordoamento do politicamente correto da maioria. Empresas via políticas DEI, escolas via disciplina de Cidadania, hospitais, gabinetes de psicologia, universidades, nada escapou... Mulheres, crianças e até bebés (a quem permitem que sejam 'amamentados' por uma mistela segregada por peitos artificiais cheios de estrogénio químico, é incrível mas é verdade*), têm sido as maiores vítimas, mas nada nem ninguém escapou à distopia trans. E um ano de reinado de um herói improvável como Trump (sim, é preciso dar-lhe esse crédito nesta matéria) não foi suficiente para eliminar esta praga.
Graham Linehan, comediante e argumentista irlandês, foi uma das mais recentes vítimas deste bando de malfeitores e por estes dias não se fala de outro coisa nos jornais britânicos (até no 'progressista' The Guardian que já percebeu que não pode pactuar com transativistas).
https://lnkd.in/dWdAdpi8
O crime? Graham celebrou nas suas redes sociais, em abril, a decisão do Supremo Tribunal em expulsar dos espaços privados das mulheres os homens "que se identificam como mulheres", lembrando que a biologia importa ... Graham escreveu nessa altura um 'post', com graça, dirigido a todas as mulheres - "If a trans-identified male is in a female-only space, he is commiting a violent, abusive act. Make a scene, call the cops and if all else fails, punch him in the balls."
Uma terrível 'ameaça' que lhe valeu ser denunciado e que levou a que cinco agentes, sim, cinco, o interpelassem e o prendessem, como se fosse um perigoso mafioso.
Deixo aqui uma versão da notícia feita pelo DN a que se deve dar, porém, algum desconto... Escreve Susete Henriques sobre o 'tweet' acima: "Em causa estarão duas publicações que Graham Linehan fez em abril no X, antigo Twitter, numa das quais defendia que as mulheres transgénero deviam ser agredidas se a polícia não conseguisse impedir que usassem instalações só para mulheres"... Vá lá... Aposto que ela não ri num espetáculo de stand-up...
https://lnkd.in/duptdDfs
Mais sobre o tema aqui:
https://lnkd.in/dzVGr_tB

Cidadania — a disciplina que não muda

Setembro 03, 2025

Maria Helena Costa

Na próxima sexta-feira, 05 de Setembro de 2025, debateremos a disciplina de Cidadania, que, apesar das promessas de revisão, continua praticamente igual ao que já conhecemos.

Falaremos sobre como este espaço nas escolas, em vez de se limitar a transmitir noções fundamentais de direitos, deveres e participação cívica, tem sido usado como veículo para introduzir ideologias e agendas políticas.

Discutiremos os riscos de manter a sala de aula num campo de doutrinação, em vez de um lugar de ensino neutro e objectivo, e reflectiremos sobre como proteger a liberdade educativa parental e os valores das famílias.

A nossa ilustre convidada, Lígia Castro, é uma profissional multidisciplinar, com um percurso académico e de vida rico e diversificado, que vai da Contabilidade e Gestão Turística ao Planeamento Estratégico, passando ainda por áreas como Tecnologia Alimentar, Recursos Humanos e Agricultura. Com uma forte vocação para a educação e o desenvolvimento humano, defende uma escola de qualidade que valorize cada pessoa como única. Conservadora moderada, mãe de quatro filhos e cristã, traz consigo uma visão assente na dignidade da pessoa humana, na família, no valor da vida, na solidariedade e na caridade.

🛡️ NOVO LIVRO DE MARIA HELENA COSTA, "Identidade de Género: ideologia ou ciência?"
➡️ A autora analisa de forma crítica a ideologia de género, debatendo como pode impactar as crianças, defendendo uma abordagem baseada em factos, dados científicos e na proteção de valores tradicionais.
➡️ Uma leitura crucial para quem se recusa a ficar em silêncio.
➡️ Pode adquiri-lo em qualquer livraria onde surja nos resultados da pesquisa online. Ou peça informações ao seu livreiro.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2025
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2024
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2023
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub