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Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

Oprimem-nos! Somos marginalizados e discriminados! ...

Dezembro 30, 2023

Maria Helena Costa

LOBBY LGBT+:

«Oprimem-nos! Somos marginalizados e discriminados! É preciso desmantelar o actual sistema capitalista que nos torna invisíveis!»

REALIDADE:
- Não são oprimidos, são muito protegidos

- Não são marginalizados, são elogiados pelos meios de comunicação social.

- Não lutam pela inclusão, lutam pela imposição.

- E, certamente, não lutam pela tolerância, lutam para silenciar e censurar qualquer pessoa, instituição ou corporação que não ceda às suas exigências.

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#nãonoscalarão
#nãonosapagarão
#nãonosporãodejoelhos
#nãonosalienarão

Crianças expostas a fetiches sexuais?

Dezembro 29, 2023

Maria Helena Costa

Há um colectivo que, além dos dias: da visibilidade: trans (29 de Janeiro), lésbica (26 de Abril), pansexual (8 de Dezembro), bissexual (23 de Setembro) intersexo (26 de Outubro), etc., tem direito a um mês inteiro de celebração. O orgulho na forma como alguém decide relacionar-se sexualmente - que passou da esfera privada para as políticas públicas - além de ter um dia no calendário para cada letra do abecedário colorido, como têm o pai, a mãe, as crianças, etc., tem mais um mês.

Junho, é o mês em que todos têm de se ajoelhar à bandeira colorida, hasteá-la, ser alfabetizados com o alfabeto colorido, ver e ouvir propaganda lgbtqia+, ver os seus filhos a serem abusados com fetiches pornográficos e nudez nas marchas do orgulho gay (caso não os fechem em casa nesses dias), e, caso ousem recusar-se a servir a bandeira e a fazer propaganda ao movimento político-ideológico da nova esquerda, correm o sério risco de serem suspensos das suas actividades profissionais. Tipo: ou nos celebras e fazes propaganda ao nosso orgulho, ou não comes!

Assim, todos os anos, no mês dedicado à comemoração do orgulho lgbtetc., algumas das principais cidades do nosso país envolvem-se numa orgia de desfiles - com bandeiras para cada letra do abecedário colorido a agitar-se ao vento – exibindo publicamente todos os comportamentos sexuais imagináveis, fetiches sexuais, nudez, e todo um cardápio que atenta contra o pudor. E, por favor, não venha com a conversa de «ai e tal, estão a marchar por direitos», pois há muito que os desfiles do orgulho evoluíram de marchas políticas para marchas comemorativas em que os políticos (não todos, veja-se o exemplo da CMP) se ajoelham perante a bandeira que ameaça subjugar tudo e todos.

E, antes que alguém me acuse de ser qualquer-coisa-fóbica e de não ter nada que ver com o que pessoas adultas decidem fazer (desde que o façam em privado e não me obriguem a ver poucas vergonhas na via pública), quero deixar claro que a minha maior preocupação é com as crianças, que são levadas a ver conteúdos impróprios para a sua idade.

Eu sei que há pais, com a mente demasiado aberta, que fazem questão de levar os seus filhos a esses eventos e que não vêm nada de mais em expô-los a pornografia e nudez, mas defendo que, qualquer adulto que leve crianças a ver esses espectáculos (independentemente do parentesco) está a abusar delas. As crianças devem ser protegidas e mantidas afastadas da pornografia e da imoralidade sexual. E, penso eu, este meu posicionamento só deveria ser controverso para aqueles que desejam ver as crianças erotizadas e preparadas para os pedófilos desde a mais tenra idade.

Ouvir “pais” a defenderem a presença dos mais novinhos nas marchas lgbtetc., a sugerir que tais marchas são um bom divertimento para toda a família e a aconselharem os outros pais a terem a mente aberta e a levarem os filhos a ver mamas, pénis e simulações de actos sexuais, é, no mínimo, preocupante.

Na Fatherly (uma marca digital líder para pais homens, que os ajuda a educar e a levar uma vida mais preenchida, através de reportagens e de conselhos de especialistas em educação), Heather Tirado Gilligan, que escreve numa coluna de conselhos intitulada Should You Take Your Kids to a Pride Parade? [Deve levar os seus filhos a uma marcha do orgulho?], defende que os desfiles estão «cheios de coisas que podem ser novas para as crianças, como a nudez pública e as perversões» e pergunta: «Assim, será que os pais devem levar os seus filhos quando estes vão estar expostos a genitais de adultos e a comportamentos sexuais fetichistas, na rua?». A resposta de Gilligan é um inequívoco sim.

Segundo ela, os pais devem usar as marchas do "orgulho" como uma oportunidade para apresentar aos seus filhos a história do movimento lgbtetc., comprar-lhes alguns livros infantis lgbtetc., e garantir que, caso sejam “cisgénero” [heterossexuais], saibam que têm de respeitar as pessoas queer.

Será que a colunista também defende que se atire uma criança do quinto andar abaixo, para lhe explicar a lei da gravidade?

Voltando à autora, ela cita uma especialista, activista do movimento lgbtetc., pois claro, que assegura aos pais que não há nada de errado em levar os seus filhos às marchas do orgulho gay. Jenifer McGuire, professora associada de ciências sociais da família na Universidade do Minnesota, já participou em celebrações do Orgulho em todo o mundo com a sua família. McGuire, uma mãe lésbica, prepara sempre os seus filhos para possíveis conteúdos para adultos. Após alguns eventos, as crianças sabiam que deviam esperar nudez e outras surpresas. «Só tiveram de aprender a rir e a divertir-se com as coisas. Por exemplo, havia uns Beanie Babies (Beanie Babies são peluches para crianças, muitos dos quais são animais bebés) com pénis gigantes», diz McGuire. «Para miúdos do quarto e do quinto ano, isso é muito engraçado.» 

A sério? Quem é que não quer que os seus filhos – dos 6 aos 10 anos - vejam "Beanie Babies com pénis gigantes"?

- A resposta deveria ser: qualquer pai/mãe minimamente são.

Quando é que se tornou moda levar as crianças a exibições pornográficas de adultos?

Será que só uma conservadora, como eu, considera que submeter uma criança a esses conteúdos é ABUSO INFANTIL?

Será que já é normal ver crianças da escola primária – dos 6 a 10 anos - a apontar na direcção de carros alegóricos onde se exibem práticas de BDSM (Bondage, Dominação, Sadismo, Masoquismo), enquanto o irmão ainda mais novo aplaude?

O que será que pretendem os “especialistas” que aconselham os pais a levar crianças tão pequenas a ver marchas onde pervertidos se exibem praticamente nus, vociferam palavrões, dão beijos de língua uns aos outros e simulam actos sexuais?

Há uma palavra que descreve adultos que levam crianças a eventos como este: "ABUSADORES". Expor crianças a actos sexuais e levá-las a espectáculos públicos onde vão ver adultos nus e fetiches pornográficos é vil e repugnante, e é uma loucura que isso seja permitido, promovido e tão concorrido.

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A escola e a CPCJ como rolo compressor da liberdade dos alunos em sair das teias LGBT

Dezembro 28, 2023

Maria Helena Costa

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“Júlia” (nome fictício), 14 anos, distrito de Aveiro

A Júlia viu-se “forçada” (peer pressure), no grupo de amigos (sobretudo no clube de futebol onde jogava) e na escola, a assumir uma identidade com que não se identificava: lésbica.

Sob verdadeira coação psicológica, a jovem afastou-se dos pais e dos valores a que estava habituada a ver valorizados em sua casa, começou a mentir, a não voltar para casa, a omitir onde ia e o que fazia, já desde os 13 anos de idade, tudo a coberto dos colegas e dos professores que a incentivavam a comportamentos que a própria jovem repudiava e que tinham lugar designadamente em casas sob a tutela da escola.

Quando quis renunciar e repudiar os comportamentos homossexuais que tinha, pediu ajuda aos pais, que prontamente fizeram o que podiam para proteger a filha dos ambientes de bullying em que vivia (mudou de escola, de clube de futebol e foram restringidas as comunicações móveis).

O caso chegou, por denúncia, à Comissão de Proteção de Criança e Menores, que iniciou um processo contra os pais por, alegadamente, “Júlia” estar em perigo devido a comportamentos dos pais.

Na queixa consta que os pais estavam “a privar a “Júlia” de contactar os colegas e de frequentar a escola e o conservatório e que até a tinham mudado de clube por não concordarem com a sua orientação sexual”. Acrescentando a denúncia que receavam que a “Júlia” “viesse a atentar contra a própria integridade física.”

Os pais não deram consentimento à intervenção da CPCJ e o processo seguiu para tribunal.

Após inspeção dos serviços da segurança social, concluíram que a criança não estava em perigo, e que as medidas tomadas pelos pais nada tinham que ver com a (suposta) orientação sexual da filha. O Ministério Público proferiu despacho de arquivamento que, em princípio (se não houver nenhum recurso entretanto) corresponderá ao fim do processo. Os factos constantes da queixa provaram-se falsos, uma vez que os pais – ao contrário do referido – atuaram sempre de acordo com o superior interesse da jovem.

O sall mobilizou meios para a defesa judicial dos pais da “Júlia”, por estar em causa o direito da jovem de aprender em local livre e seguro, bem como a liberdade de educar (dos pais).

Saiba tudo AQUI através do relato feito pela advogada destacada pelo sall para acompanhamento do caso.

No manicómio global

Dezembro 28, 2023

Maria Helena Costa

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Lia Thomas, transexual, soma recordes na categoria feminina e acende debate: «Tudo o que era justo na natação está a ser destruído». Antiga campeã olímpica diz que Lia Thomas «não está a fazer nada para gerar a menor empatia na sociedade por práticas inclusivas para a comunidade trans».

No manicómio global, a permissividade para com a mentira ideológica destruirá qualquer réstea de sanidade.

Lei aprovada, cá em Portugal, na semana passada:
«Artigo 5º 2 - b) Promover a construção de ambientes que na realização de atividades diferenciadas por sexo permitam que se tome em consideração o género autoatribuído, garantindo que as crianças e jovens possam optar por aquelas com que sentem maior identificação;»

Traduzindo: se um marmanjo, com 16 anos, autodeterminar que é uma rapariga, pode jogar nas esquipas femininas de basquet, andebol, futebol, ou na categoria feminina de natação, corrida, salto em altura, etc. e, depois, pode desfilar nu, com pénis e tudo (tal como faz o Lia Thomas) e tomar banho com elas no mesmo balneário. 

#Éhoradospais
#NÃOàideologiadogénero
#deixemascriançasempaz
#nãosemetamcomosnossosfilhos 

A pedofilia [já] é uma orientação sexual?

Dezembro 27, 2023

Maria Helena Costa

Há anos que existe uma campanha para categorizar a pedofilia, não como um desvio sexual reprovável, digno do mais severo castigo, mas sim como mais uma orientação sexual.

Ao longo dos últimos anos tenho vindo a alertar para o objectivo globalista de normalizar a pedofilia como mais uma orientação sexual. Recentemente, na vizinha Espanha, a ministra da igualdade, Irene Montero, disse isto:

«Para falar de educação sexual, por exemplo, que é um direito dos meninos [ninos] e das meninas, senhor. Independentemente de quem sejam as suas famílias, porque todos os meninos, as meninas e es menines deste país têm direito, têm direito a conhecer o seu próprio corpo e saber que nenhum adulto pode tocar o seu corpo se eles não quiserem, se eles não quiserem, e que isso é uma forma de violência. Têm direito a saber que podem amar ou ter relações sexuais com quem lhes der na gana, baseadas, isso sim, no consentimento. E isso são direitos que têm reconhecidos e de que vocês não gostam.»

Infelizmente, e tal como na altura escrevi, o caminho para a legalização da pedofilia tem vindo a ser desbravado há muitos anos. Ao usar o termo “consentimento”, Irene Montero legitima culturalmente a pedofilia e põe de lado o status de vítima da criança. Assim, ela escancara a porta aos pedófilos, sob o argumento de que não há uma vítima – porque a criança consentiu – porque a criança tem direito a fazer sexo com quem quiser e ninguém lhe pode negar esse direito, nem sequer os próprios pais. Sob esta perspectiva, as crianças deixam de ser vítimas e passam a ser activistas que lutam pelos seus direitos de «fazer sexo com quem lhes der na gana». E quem melhor do que os adultos para as instruir sexualmente e satisfazer?

Aberta a caixa de Pandora, chegou a vez dos psicólogos desbravarem o caminho que muitos pedófilos, como Alfred Kinsey, e algumas feministas radicais, como Shulamit Firestone, Simone de Beauvoir e a ministra espanhola abriram. E isso só poderia acontecer – ao vivo e a cores – num país (des)governado pela esquerda, a Argentina, na televisão, no programa Intrusos, onde a psicóloga Celia Antonini fez declarações que lhe deviam valer um processo na Ordem dos Psicólogos por incentivo à prática da pedofilia.

Sim, em pleno século XXI, Celia Antonini – que foi convidada para falar sobre o comportamento e a configuração mental dos abusadores do caso que explodiu há uma semana atrás sobre uma organização de exploração sexual infantil e corrupção de menores na qual o antigo vencedor e depois produtor do Big Brother, Marcelo Corazza, era membro,– numa entrevista em que a falta de uma perspectiva de género era evidente, e o termo “doente” foi usado para se referir a violadores reincidentes (na tentativa de justificar o violador, que, pobrezinho, é doente), Antonini explicou que, no caso de pedófilos que violam crianças, «há uma conformação diferente do cérebro que altera algumas áreas do mesmo, que tem uma diferença anatómica e uma diferença funcional, que se pode ver numa ressonância magnética funcional».

Um dos entrevistadores perguntou-lhe se, para além de «nascer assim, pedófilo (…) há também pessoas que não nascem assim e cuja perversão, que pode ter a ver com o sexo a que estão ligadas (?), as pode levar a abusar sexualmente de crianças sem necessariamente terem nascido assim?» A psicóloga respondeu: «Penso que não. A pessoa pode fazer qualquer coisa, mas os limites das crianças, se a pessoa não tem essa condição prévia (ter nascido pedófilo) não é possível. O nível de culpa que isso gera na pessoa (no adulto violador) não o permite.»

Outro integrante do painel perguntou-lhe: «Se o abusador pode seleccionar quais as pessoas que são valiosas e quais as que não são, ele não sabe perfeitamente bem o que está a acontecer?»

A psicóloga respondeu: «Tenho um paciente que gostava (ou gosta?) de crianças entre os 8 e os 10 anos de idade. Ele disse que se mataria antes de tocar com um dedo numa criança. Este homem, para poder ter sexo com a sua mulher, tem de pensar em crianças entre os 8 e 10 anos de idade. Ele não pode mudar, não pode mudar o seu desejo, não pode mudar as suas acções.»

Perante esta resposta, os moderadores intervieram mencionando casos de pedófilos que, depois de terem sido presos por violarem crianças, reincidiram, mas tiveram o cuidado de se referir aos violadores como doentes.

«É verdade que têm um impulso irrefreável, mas que se pode controlar com tratamento.» Explicou Antonini. E, diante de milhões telespectadores, proferiu uma sentença perigosíssima, que ameaça seriamente a segurança de todas as crianças: «Isto [a pedofilia] é uma orientação sexual. Eles [os pedófilos] podem relacionar-se normalmente como qualquer um de nós, mas o seu desejo sexual é colocado sobre menores.»

Isto é criminoso! As afirmações da psicóloga são de uma barbaridade atroz. Vamos por partes:

Ela afirma que não existem pedófilos com maus instintos, pois, coitadinhos deles, se violassem uma criança – sem terem nascido assim – não suportariam a culpa.

  • Mas se, supostamente, tivessem nascido assim, não sentiriam culpa?
  • Deduzo que a psicóloga também defenda que os violadores de mulheres tenham nascido assim, coitadinhos, e que seriam incapazes de as violar se essa não fosse a sua identidade de género, a sua orientação sexual. Ou, não?
  • O pedófilo não pode controlar as suas acções? Mas ele não lhe disse que se mataria antes de tocar numa criança? As crianças estarão mesmo seguras perto dele?
  • Se alguém viola uma criança, porque, coitadinho, é doente, não é inimputável?
  • A orientação sexual de uma pessoa pode ser controlada com tratamento? Então a orientação sexual é uma doença?
  • Se a pedofilia é uma orientação sexual, o que a torna diferente das demais orientações?
  • Se a orientação sexual de um pedófilo pode ser controlada com medicamentos, todas as outras obedecem ao mesmo critério, certo?
  • Se as crianças têm ‘direito a fazer sexo com quem lhes der na gana’, porque é que as pessoas cuja orientação sexual é abusar de crianças não podem satisfazer os direitos das crianças e ter a sua letra na sigla da bandeira colorida?

Como escrevi há alguns anos, os que alegam que os pedófilos são ‘programados desde o útero’ vêem o abuso sexual infantil como mais uma ‘orientação sexual’. Quando os mesmos que afirmam «ninguém nasce heterossexual» garantem que se nasce ‘programado desde o útero’ para ser predador sexual de crianças, precisamos perceber que estamos diante de criminosos depravados, que querem abusar das nossas crianças sem serem punidos por isso.

Há anos que existe uma campanha para categorizar a pedofilia, não como um desvio sexual reprovável, digno do mais severo castigo, mas sim como mais uma orientação sexual.

Brevemente, se nada for feito para contrariar a tendência, a pedofilia será apenas mais uma orientação sexual legitimada pelas políticas identitárias do género. Os media têm seguido activamente essa linha de pensamento. Já em 2013, a resposta do Dr. Cantor à pergunta ‘A pedofilia é uma orientação sexual?’, foi citada pelo seu colega Dr. Michael Seto: Os pedófilos permanecerão escondidos se continuarem a ser odiados e temidos, o que impediria os esforços para compreender melhor esta orientação sexual e, assim, prevenir a exploração sexual infantil.

Orientação sexual? Como ser gay, lésbica, etc.?

Como é que se pretende proteger as verdadeiras vítimas – as crianças – colocando o rótulo “orientação sexual” nos predadores?

As crianças, não os adultos pedófilos, são as vítimas vulneráveis e indefesas. O rótulo “orientação sexual” só serve para os transformar em vítimas dos seus próprios instintos descontrolados e para lhes conceder licença para agir de acordo com o seu novo status. De vis criminosos passam a ser vítimas do útero, vítimas de uma natureza que não conseguem controlar. Qualquer dia, as crianças serão as provocadoras que assediam os pedófilos e despertam os instintos naturais de quem não tem culpa de ter nascido assim. E nós, que odiamos a pedofilia e a destruição que provoca nas vítimas dos predadores, também somos apontados como culpados por termos ‘medo e ódio’ dos pedófilos obrigando-os a ‘permanecer escondidos’, coitadinhos.

Será que nós, que condenamos o abuso sexual de menores, não temos razões mais do que suficientes para nos sentirmos ameaçados por predadores sexuais e pelos danos que causam às crianças?

Não serão esses instintos fundamentais para a nossa sobrevivência? Porque é que, de há algum tempo a esta parte, a conversa sobre a pedofilia mudou do abusado para o predador? Será que as crianças não têm o direito de ser protegidas dos predadores?

Porque é que há cada vez mais ênfase na protecção do criminoso?

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Pais expropriados da educação dos seus filhos

Dezembro 26, 2023

Maria Helena Costa

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Na sexta-feira, 22 de Dezembro de 2023, a maior parte dos políticos que o povo português elegeu, votou a favor da expropriação dos pais da educação dos seus filhos e proibiu os profissionais de saúde de exercer livremente a sua profissão. Os partidos que eles representam nunca terão o meu voto.
 
Este ataque, às crianças e às famílias, acontece no momento em que o nº de jovens adultos que se arrependem de ter "mudado de sexo" não pára de aumentar e quando já há países a voltar atrás no que diz respeito aos tratamentos médicos baseados na autodeterminação do género (conceito de identidade de género) por parte de menores.
Um psiquiatra, que trabalha numa clínica de "mudança de sexo", adverte:
«Os cuidados de afirmação de género levarão à esterilização em massa. [...] nos próximos 5 a 10 anos, a sociedade verá um grande número de chamados “detransicionadores”, pessoas que tentam reverter os tratamentos e as cirurgias a que foram submetidos na tentativa de mudar a sua identidade sexual, ou seja, trans arrependidos.»
 

A NETFLIX e o bisonte não-binário

Dezembro 26, 2023

Maria Helena Costa

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Recentemente, o DAILY WIRE informou que a Netflix cancelou um programa de animação infantil com um bisonte não- binário que insiste em usar os pronomes eles/eles.

"Ridley Jones" estreou-se em 2021 e acaba de lançar a sua quinta e última temporada. O programa é classificado como TV-Y, o que significa que é voltado para um público muito jovem, que inclui crianças dos 2 aos 6 anos. A personagem principal da série de desenhos animados é uma menina chamada Ridley, que vive num museu mágico com a sua mãe e a sua avó e é acompanhada pelo seu bisonte não binário Fred, que tem duas "múmias pai".

Em 2021, quando a série foi lançada, a sua criadora, Chris Nee, lésbica e mãe, disse: «Estou aqui para mudar o mundo. Ou para me reformar a tentar. Eu sei o que é ser 'diferente'. O meu trabalho é mostrar ao mundo como eu quero que ele seja.»

Resumindo: «eu vou impor a minha cosmovisão de mundo a todos os que não a têm.»

As pessoas, naturalmente, reagiram muito mal ao episódio 8 da quinta temporada, "Dia do Rebanho”, que se centra no bisonte não binário que discute o uso do pronome: «O meu coração diz que a forma de tratamento com a qual me sinto melhor é pelo nome Fred. Isto, porque sou não-binário e Fred é o nome que me fica melhor. E também uso 'eles' e 'eles', porque chamar-me 'ela' ou 'ele' não me parece correcto».

As palavras de Fred inspiram Dottie, a avózinha do bisonte, a pedir desculpa ao neto por usar um nome e os pronomes anteriores.

O Twitter explodiu com reações que acusavam a série infantil de tentar impingir a ideologia do género da esquerda radical a crianças muito pequenas. K Ward postou: «Não me diga que não há uma agenda. A Netflix fez isso outra vez. Este programa é para crianças em idade pré-escolar. Tchau Netflix

Já na conta Libs of TikTok, pode ler-se: «Um programa infantil real na Netflix. Eles vêm buscar os seus filhos

No dia 8 de Março, depois da onda de indignação que levou a NETFLIX a cancelar a série, Chris Nee abordou o cancelamento do programa na sua conta do Twitter: «Não me surpreende que a Netflix tenha descartado silenciosamente o primeiro programa pré-escolar que lançou um personagem não-binário. Ah, sim, este é o fim da série. Eles cancelaram-nos depois do que acabaram de divulgar. Eles lançaram todos os especiais, o especial de natal (agora?), o especial de longa-metragem, o episódio de CYNDI LAUPER […]. Então é isso

Noutro tweet, ela escreveu: «Mostre aos seus filhos. Está na Netflix. É importante. É um … roteiro para se assumir, mas também para alguém lhe dizer que mudou os seus pronomes e/ou nome

Ou seja: o objectivo da criadora da série é incitar crianças muito pequeninas – os filhos dos outros - a “assumirem-se” e a “mudar os seus pronomes”.

Entretanto, por cá, emboscam-se as crianças em sala de aula. Assim, no dia 10 de Março, numa escola, todas as turmas do 7º ano (13 anos) foram levadas para o auditório a fim de assistirem a uma palestra da associação lgbtetc., HeForShe, sobre "igualdade" de género. 

No caso do aluno que denunciou o sucedido, a turma preparava-se para a 2ª hora de Matemática, quando a directora de turma disse à professora que os alunos tinham de ir para o auditório.

Chegados ao auditório, as duas activistas começaram por expôr as mentiras do feminismo militante, mas passaram rapidamente à ideologia do género. Aí chegadas, disseram aos alunos que um menino pode ser uma menina, e vice-versa, que o sexo lhes é atribuído à nascença pela cultura machista patriarcal, e que devem chegar a casa e falar disso com os pais, pois estes são retrógrados e não entendem nada sobre género.

Depois, apresentaram a novilíngua, mais inclusiva, que a associação quer que faça parte do vocabulário de todos. Por exemplo: «Os pronomes pessoais ela(s)/ele(s) devem de ser substituídos por: elu(s). Seguindo a mesma lógica, deveremos adotar: delu(s), nelu(s), aquelu(s). Os artigos definidos, quando não podem ser ocultados da frase, passam de a(s) e o(s) a ê(s):

Ela é chefe da equipa - Elu é chefe da equipa;

A caneta é deles - A caneta é delus;

A Maria é estudante - A Maria (ou Ê) é estudante.».

É PARA ISTO QUE OS PAIS ENVIAM OS FILHOS PARA A ESCOLA?

  • Os miúdos têm as matérias todas em atraso, de há 3 anos a esta parte, e são abusivamente retirados de uma aula de Matemática para uma palestra político-ideológica?
  • Os pais não têm de ser informados quando os seus filhos são expostos a activismo político, numa hora em que, supostamente, estariam numa aula de Matemática?
  • Os pais, de acordo com a resposta que a directora de turma deu à mãe do aluno, não têm que ser informados de nenhuma actividade que ocorra dentro do horário escolar?
  • Do portão da escola para dentro, os pais deixam de ser os principais educadores dos seus filhos?
  • Perdem o direito de saber que a escola está a ser usada para virar os filhos contra eles?
  • Retrógrados? Quem são aquelas activistas? Como podem falar assim dos pais dos alunos?

Pais, o activismo lgbtetc. na NETFLIX pode ser desligado. Os pais podem pura e simplesmente deixar de subscrever o canal. Mas, quem é que protege os vossos filhos na Escola?

E, não pense que isto só acontece com crianças de 12/13 anos. A ideologia do género começa a ser incutida na mente das crianças a partir dos 3 anos. Já viu este “filminho infantil à solta pelo país”?

Se não viu, VEJA!

 

Desmascarar a ideologia de género na educação

Dezembro 21, 2023

Maria Helena Costa

Autor: Alberto Varonesi no Observador

Sexo atribuído à nascença". Como assim? Alguém pode aceitar que à nascença somos presenteados com a atribuição do nosso sexo? A lei baseia-se nessa frase, falsa, para promover a ideologia de género.

Eu bem que fui avisando, em 2017, aqui, posteriormente voltei a avisar, aqui, e mais recentemente, juntamente com o meu irmão, que é membro da Associação “Pro Vita e Famiglia” e da Agesc – Associazione Genitori Scuole Cattoliche, aqui. Eu como outros tentámos trazer à discussão o que se preparavam para fazer nas escolas portuguesas. Hoje, como habitualmente em Portugal, corremos atrás dos prejuízos e desejamos que mais uma vez a lei seja declarada inconstitucional, esperando, para isso, que o Presidente da República a envie para o Tribunal Constitucional.

A recente aprovação da lei destinada a implementar direitos de autodeterminação de género nas escolas está a levantar ondas de controvérsia e preocupação. Naturalmente. Esta lei é considerada uma violência normativo-burocrática contra os direitos fundamentais por todos aqueles que conseguem abstrair-se de uma linha do pensamento tresloucado. Esta lei foi sorrateiramente aprovada no último dia de governação plena do atual Governo, o que mostra bem a má-fé com que nos querem impor determinadas ideologias. Se o Governo quisesse ser sério, algo que foi provando que é valor que desconhece, devia ter promovido um amplo debate sobre esta questão, uma vez que entre aquilo que deve ser o respeito por qualquer um que sofra de disforia, e a manipulação da verdade e imposição ideológica no espaço educativo, vai um passo de gigante.

A peça legislativa, fruto da colaboração entre várias forças políticas à esquerda e uma escassa proatividade à direita, levanta uma questão crucial: a mentira fundamental por detrás da expressão “sexo atribuído à nascença”. Como assim? Mas alguém com dois dedos de testa pode aceitar que nós à nascença somos presenteados com a atribuição do nosso sexo? Creio que não será preciso ser-se extraordinariamente inteligente para perceber que esta afirmação é desfasada da realidade e só por isso devia ser o suficiente para inviabilizar a lei. No entanto uma quantidade enorme de deputados, supostamente pessoas informadas, achou que estava bem assim, corroborando com a afirmação. A lei, que mergulha num labirinto de termos e conceitos, baseia-se nessa frase, falsa, para promover a ideologia de género. Mas a realidade científica, como defendem muitos, não suporta esta afirmação.

Leia + AQUI
 

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