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Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

A CONTRADIÇÃO do «género»

Fevereiro 02, 2024

Maria Helena Costa

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Após vários estudos científicos, que afastaram a ideia biológica de vários comportamentos sexuais desviantes, os ideólogos decidiram que «género», afinal, é diferente de «sexo». Sexo, então, como afirma a biologia, é determinado pela natureza, mas género é auto-determinado e, se é auto-determinado, eu posso dizer que sou aquilo que eu quiser/sentir — a identidade passa a ser um sentimento.

Assim, antes, a biologia era o fundamento para se falar de práticas sexuais irrestritas; agora, não serve mais, porque não ajuda na argumentação (ver estudos de gémeos univitelinos), então há que apelar para algo não biológico «todo o meu ser me diz que eu sou…». Afinal, de acordo com a biologia, não é só o órgão sexual que diz quem nós somos. Cada célula do nosso corpo diz se somos XX ou XY. O nosso ser inteiro diz-nos o que somos biologicamente. É preciso usar outro argumento.

Onde é que está a contradição?

A subjectividade do género tem sido fundamento para falar de coisas tão assustadoras como, por ex. mudar, cirurgicamente, o corpo de uma criança, a partir dos 6 anos de idade, para combinar com o seu senso de identidade (o que ela sente ser).

Infelizmente, muitos acham que é lícito que os pais submetam os seus filhos a uma mudança de sexo (ainda que a lei 38, de Agosto de 2018, proíba que pais de crianças que nascem com os dois sexos optem por uma operação que defina o sexo mais evidente e desenvolvido de acordo com os cromossomas dominantes) para se conformar àquilo que ele já sente, para chegar ao género que ele diz ser.

Mas, e aqui temos a contradição mor: mudar o senso de identidade para combinar com o corpo e as suas características biológicas, É PRECONCEITO. Ou seja: se um psicólogo tentar tratar alguém a fim de que aquilo que ela sente combine com a sua biologia, é preconceito, não se pode fazer.

Então, mudar o sexo para combinar com o género, PODE e é RECOMENDÁVEL, mas mudar o género para combinar com seu corpo e o seu sexo, biologicamente determinado, É PRECONCEITO. NÃO PODE!

A pergunta é: Se é errado tentar mudar a identidade de género de uma criança ou adolescente, porque esta é fixa e estabelecida e mexer com ela e danoso… Porque é que é moralmente aceitável alterar algo tão fixo e estabelecido como o corpo biológico e danificá-lo?

É UMA CONTRADIÇÃO.

Dizer que não se pode mudar o género, pois isso é preconceito, porque a pesssoa é assim… mas, e o corpo? Não é assim? Porque é que se pode mudar o corpo, que é assim, fixo e estabelecido, e não se pode mudar o género, que é fluído?

PENSE!

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