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Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

Estou-me a preparar para perder o meu emprego!

Dezembro 13, 2023

Maria Helena Costa

Há uns dias, recebi esta mensagem de uma enfermeira: 

«Estou-me a preparar para perder o meu emprego! A cada semestre, o director do hospital envia-nos um questionário, para saber da nossa satisfação em trabalhar aqui, onde para cada uma das 22 questões damos nota de 1 a 10. Eu salto sempre as questões de inclusão e diversidade, mas, desta vez, deixei um comentário.

Perguntas da pesquisa: Estou satisfeito com os esforços da Nuffield Health para apoiar a diversidade e a inclusão (por exemplo, em termos de género, etnia, deficiência, estatuto socioeconómico). Na Nuffield Health, pessoas de todas as origens são aceites pelo que são. Estou confiante de que não serei discriminado na Nuffield Health. Uma força de trabalho diversificada é uma prioridade clara na Nuffield Health (por exemplo, em termos de género, etnia, deficiência, estatuto socioeconómico).

O meu comentário: Acho estas questões relacionadas com a diversidade e inclusão uma tolice. É por isso que não costumo responder. Sei que é a propaganda e o monólogo actuais em todos os meios de comunicação e entre organizações e movimentos sociais, mas acredito que o apoio da Nuffield Health deve ser na contratação baseada em competências e não na diversidade social. Se a equipa for diversificada, óptimo! Mas o padrão não deveria ser cotas para nacionais versus estrangeiros, cotas para brancos versus negros, cotas para homens versus mulheres, etc. A Nuffield Health deveria apoiar profissionalmente (com formação e bom ambiente de trabalho a fim de reter o pessoal) em vez de dar as mãos a movimentos políticos que não nos trazem nenhum benefício como organização. Neste contexto de “inclusão de género/diversidade”, lembro-me de ter visto bandeiras arco-íris há algum tempo na Recepção Principal. O símbolo da Nuffield Health é verde, não multicolorido. E isso não deveria mudar! Apoiamos e tratamos com dignidade TODOS, sem excepção. A bandeira do arco-íris e o que ela representa é uma ofensa para quem vê este movimento político pelo que ele é: uma praga! Até agora, este movimento tem causado sofrimento mental e físico a milhares (talvez milhões) em todo o mundo, confundindo os mais débeis mentais, que acreditam que podem ser o que não são. Isto é um hospital. Somos profissionais de saúde e conhecemos as diferenças entre homens e mulheres. Sabemos que o género não é escolhido e estamos vinculados ao nosso juramento hipocrático de não maleficência. Sabemos também que a disforia de género é uma condição mental e se lutamos por uma “nação mais saudável”, como diz o slogan da Nuffield Health, isso deveria incluir não encorajar a doença mental como norma e não apoiar um movimento que continua a levar pessoas saudáveis a mutilações para parecerem externamente o que nunca serão, com efeitos irreversíveis, o que consequentemente agrava a sua doença mental e num pico de desespero, leva muitos ao suicídio. Enfatizo o que mencionei anteriormente: tratamos com dignidade, respeito e cuidado todos (pacientes e colegas) que estão caíram nesta ideologia, mas endossar a mesma, com decorações de arco-íris por toda parte é vergonhoso e ridículo.

Muito tenho a agradecer-lhe. As suas formações foram muito úteis para ver onde esta loucura vai dar... vamos ver quando o director hospitalar ler isto, o que me irá responder. É aguardar.»

Hoje, ela voltou a enviar-me mensagem a dar conta da resposta:

«Olá D. Helena, como está? Como follow up: O Director hospitalar não quis lidar comigo e reencaminhou as minhas respostas para a minha chefe directa. A minha chefe, depois de ler a minha resposta, enviou-me um e-mail seco e directo "precisamos de falar!" Mais tarde, percebi que a plataforma/sistema informático é monitorizado e que ela não quis estender-se mais na resposta. Quando entrei no gabinete dela, fui recebida com um sorriso de orelha a orelha,  tinha um café à minha espera e 2 braços abertos. Agradeceu-me por ter a coragem de dizer o que muitos pensam e não dizem... Hoje, em reunião de equipa de final de ano, ela disse-nos que o director hospitalar vai rever o questionário. Vai na volta vão deixar de perguntar para não se habilitarem a ouvir o que não querem! Acho que iniciei uma revolução silenciosa.»

Dei os parabéns à Rita (nome fictício) e dou graças a Deus por haver profissionais de saúde corajosos, que não se submetem à ditadura do género, nem aos devaneios de feministas frustradas como Simone de Beuvoir:

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