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Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

A GESTAÇÃO RESULTA EM SEXO MASCULINO OU SEXO FEMININO

Fevereiro 29, 2024

Maria Helena Costa

HOMEM OU MULHER, NÃO UM SENTIMENTO!

Em quase 100% dos nascimentos, todo o ser humano possui cromossomos XX ou XY. Às vezes, porém, erros genéticos raros durante a divisão celular resultam em humanos com combinações adicionais de cromossomos sexuais além dos típicos XX e XY, como X ou XXY. Alguns afirmam que estas combinações raras provam que existem mais de dois sexos. Porém, há um problema: os cromossomos não são sexos. Aqui está a diferença.

Os sexos são estratégias reprodutivas que produzem dois gametas de tamanhos diferentes.[1] O sexo masculino é o fenótipo que produz os gametas menores, e o sexo feminino é o fenótipo que produz os gametas maiores.[2] / [3] Os cromossomos contêm os genes que determinam o sexo, que resulta em homem ou mulher.[4] Os cromossomos são a base e os sexos são o resultado. Em humanos, mesmo que haja cromossomos ausentes ou duplicados, os genes dentro dos cromossomos ainda produzem um homem ou uma mulher.[5] Assim, combinações adicionais de cromossomos não são sexos adicionais.[6]

A chave para esta consistência notável é encontrada no gene SRY.[7] Localizado no cromossomo Y, desencadeia uma cascata de genes que levam ao desenvolvimento masculino: diferenciação gonadal em testículos, que então leva ao desenvolvimento da genitália interna e externa masculina.[8] Na sua ausência, outros genes como WNT4 e RSPO1 levam ao desenvolvimento feminino: diferenciação gonadal em ovários.[9] A ausência de hormonas testiculares como a testosterona e o hormona anti-Mulleriano leva ao desenvolvimento da genitália interna e externa feminina. É por isso que o gene SRY é conhecido como o gene mestre que determina o sexo para mamíferos. Na sua presença, o feto desenvolve-se em um homem e, na sua ausência, o feto desenvolve-se em uma mulher, independentemente da falta ou duplicação de cromossomos.

Sabendo disto, podemos agora voltar às combinações atípicas e prever facilmente o sexo resultante:

45:X – Feminino
47:XXX – Feminino
47:XXY – Masculino
47:XYY – Masculino
48:XXXY – Masculino
E finalmente, 48:XXXX – Feminino.

Aqueles que combinam combinações atípicas de cromossomos com sexos adicionais estão a usar um malabarismo de prestidigitação. Atualmente, os defensores da autodeterminação da identidade de género discutem cromossomas, no outro, sexo – sem definir a diferença. Ao fundir os dois, argumentam incorretamente que a variação cromossómica forma sexos adicionais. E, no entanto, nenhuma destas variantes cromossómicas resulta num terceiro papel na reprodução. Eles ainda resultam em apenas dois: masculino ou feminino. Na verdade, embora a maioria das variantes cromossómicas além de XX e XY resultem em infertilidade, quando os indivíduos com essas condições são férteis, eles produzem espermatozoides ou óvulos, e não um terceiro tipo de gameta. Assim, não são sexos adicionais.

Artigo traduzido por: Lígia Albuquerque (associada)


[1] Scharer, L. (2017). The varied ways of being male and female. Molecular Reproduction & Development, 84. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/mrd.22775

[2] Lehtonen, J., Parker, G. (2014). Gamete competition, gamete limitation, and the evolution of two sexes. Molecular Human Reproduction, 20(12). https://academic.oup.com/molehr/article/20/12/1161/1062990

[3]  Lehtonen, J., Parker, G. (2019). Evolution of the two sexes under internal fertilization and alternative evolutionary pathways. The American Naturalist, 193(5), 702-71. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31002575/

[4] Bachtrog D, Mank JE, Peichel CL, Kirkpatrick M, Otto SP, Ashman TL, et al. (2014). Sex Determination–Why So Many Ways of Doing It. PLoS Biol, 12(7). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24983465/

[5] Eggers, S., Sinclair, A. (2012). Mammalian sex determination–insights from humans and mice. Chromosome Res, 20. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3279640/

[6]  Kimball, J. (2020). Sex chromosomes. LibreText.org. https://bio.libretexts.org/Bookshelves/Introductory_and_General_Biology/Biology_(Kimball)/07%3A_Cell_Division/7.06%3A_Sex_Chromosomes

[7] Sekido, R., Lovell-Badge, R. (2009) Sex determination and SRY, Down to a wink and a nudge. Trends in Genetics, 25(1). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19027189/

[8] Rey, R., Josso, N., Racine, C. (2020). Sexual differentiation. In–Endotext. South Dartmouth, MDText, Inc. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK279001/

[9] Witchel, S. (2018). Disorders of sex development. Best Practice and Research in Clinical Obstetrics and Gynecology, 48. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29503125/

Idiotas (in)úteis

Fevereiro 14, 2024

Maria Helena Costa

002 O assassinato moderno de João Batista.jpeg

Idiotas (in)úteis. É a forma como designo todos aqueles que acreditam cegamente em tudo o que sai na comunicação social, ao minuto, e perderam a capacidade de questionar.

Activismos, como «Marchas do Orgulho Gay», «Pelos Direitos da Mulher», «Autodeterminação de Género», etc, enchem as ruas, entram-nos em casa, via TV, NET e afins, e vão formatando mentes idiotizadas por meio de programas pensados e criados para o efeito. Senão, vejamos:

- Porque é que há marcha do orgulho gay?
- Para reclamar direitos e celebrar os já adquiridos.

  • Mas, cá em Portugal, alguém é perseguido por causa das suas preferências sexuais?
  • O Estado manda-os prá cadeia devido à sua [des]orientação sexual, ou mata-os, como se faz em 75 países (onde esses activistas não vão fazer activismo)?
  • Por que se manifestam cá e não nos países onde não têm direito a viver?
  • No Ocidente, onde não param de se manifestar, não têm direito ao trabalho?
  • Quais são as leis que os impedem de aceder a determinados cargos?
  • Onde se podem encontrar ofertas de emprego «só para heterossexuais»?
  • Há alguma lei que recuse os mesmos direitos de todos os demais cidadãos aos que fazem sexo com pessoas do mesmo sexo?
  • Ou, o que o colectivo lgbt+ pretende é ter mais direitos do que os demais?
  • Como é que podem reclamar direitos iguais aos demais cidadãos, num país onde A Constituição proíbe qualquer forma de discriminação, quando já têm mais direitos do que os demais?

Quais direitos?

Por exemplo:

TRABALHO: Concursos da CML [Câmara Municipal de Lisboa] passam a mencionar comunidade LGBTI+. «Pessoas LGBTI+ incentivadas a concorrer». Imaginem se, em lugar de pessoas lgbti+, a CML mencionasse »pessoas heterossexuais»... 
SAÚDE: Se eu tiver uma doença grave e quiser ser tratada a tempo e horas, tenho que pagar o tratamento (ou parte dele) do meu bolso. Mas o Estado paga, como o dinheiro dos nossos impostos, a totalidade dos tratamentos e das cirurgias plásticas (desinadas como cirurgias de «mudança de sexo»), que só mutila órgãos e muda a aparência, não o sexo.

Bem, avancemos:

E o movimento feminista, que afirma lutar pelos direitos das mulheres? 

Em França, por ex., devido à pressão dos activistas feministas, já não se usa o termo mademoiselle [senhorita], porque é sexista. E, é sexista porquê?
- Porque, alegam, não existe mademoisello [senhorito], então, como revela o estado civil da mulher, é sexista.

Em Espanha, querem que passe a existir o feminino de «joven» (jovena), porque, dizem, «joven» é masculino e «por lo tanto»: sexista.

Na Suécia, pasmem, o movimento feminista quer ver aprovada uma lei na qual os homens sejam obrigados a «mijar» sentados.

Ridículo?
- Sim. Até na retrete esse movimento se quer impor.

O movimento feminista proclama que é um movimento importante para lutar pelos direitos das mulheres, tão oprimidas, coitadinhas, e continua a gritar:

  1. Por salários e oportunidades iguais às dos homens;
  2. Pelo direito a não serem agredidas e mortas pelos seus maridos; 
  3. A andar na rua, nuas ou vestidas, sem serem violadas; 
  4. A serem donas do seu próprio corpo.

1 - Em que país é que as mulheres ganham menos do que os homens? Aqui? Onde? Quem são os burros dos patrões que, podendo pagar menos a uma mulher — pela mesma carga horária, disponibilidade, e pelo mesmo trabalho de um homem — contratam homens? Quem é que pode mostrar recibos de vencimento que provem que, exactamente pelo mesmo trabalho, horas e tempo de casa, uma mulher recebe menos do que um homem? Em quais empresas, tirando as públicas (que pertencem ao Estado)? Quantas mulheres desejam oportunidades IGUAIS para exercerem profissões como: trolha, estivador, ou calceteiro? Quais são as demais profissões que negam às mulheres os cargos, que os homens ocupam, só pelo facto de serem mulheres? Não se dará o caso de as mulheres, quando vão a uma entrevista de trabalho, pedirem valores + baixos do que os homens?

2 - Creio que ninguém, no seu perfeito juízo, é a favor de que as mulheres sejam agredidas e mortas pelos seus maridos. Afinal, não há leis que punem os agressores e os assassinos? No nosso país, é legal o homem agredir e matar a mulher? Então, por quê criar movimentos para «lutar» por leis que já existem há tanto tempo? Há alguém a «lutar» pelos homens agredidos e mortos pelas suas mulheres? São menos? É possível. Querem convencer-nos que é o movimento feminista que vai acabar com a violência doméstica? Aos gritos? Com palavras de ordem ordinárias e frases nojentas? Andando semi-nuas na rua e a defecar o cérebro nas igrejas? Ou muito me engano, ou para acabar com a violência doméstica teriam de exterminar os homens maus e as mulheres más, pois a violência não é uma questão de sexo, mas sim de maldade e como todo o ser humano é intrinsecamente mau…  E, como a Esquerda (que sustenta feministas e GLS’s) é pelos direitos dos presos, contra longas penas de prisão e contra a pena de morte... Como é que pretendem acabar com a violência doméstica? Efeminizando os homens? Masculinizando as mulheres? Acabando com ambos?

3 - Nuas, na rua? Por que cargas d’água é que sou obrigada a ver figurinhas tristes despidas no meio da rua? Sim, para mim, que também sou mulher, cidadã deste país e tenho direitos, é atentado ao pudor. Ai, e tal, gritam as feministas: «e se for um homem?». Também. E, nisto, até a feminista Camile Paglia discorda do movimento: «Ao incutir nas mulheres que elas podem fazer o que quiserem a andar semi-nuas na rua, o feminismo deixou-as vulneráveis e indefesas. Os sexos não são iguais, elas não podem fazer tudo o que quiserem, ir a todos os sítios e vestir o que lhes apetecer, pois estarão sempre expostas ao perigo de agressões sexuais.» (Camille Paglia «Mulheres livres Homens livres», pág. 89).

4 - Donas do próprio corpo? Ok! Se quiserem cortar os dedos, os membros, o pescoço, etc., quem é que as impede? Agora, matar bebés indefesos no lugar onde deveriam estar mais seguros, é assassinato. Um bebé não é o corpo da mulher, é um ser humano que cresce dentro dela porque ela fez algo para que isso acontecesse. «Ai e tal, e quando é violada?» No dia em que defenderem a pena de morte para o violador, talvez eu acredite que o movimento feminista quer de facto proteger as mulheres... A covardia de matar um ser humano indefeso, no primeiro estágio do seu desenvolvimento, não desviola a mulher e a verdade é que cerca de 90% dos abortos são 2ªs e 3ªs gravidezes, ou seja, matar o bebé no ventre é, para muitas, + um método anticoncepcional, que enriquece uma das indústrias + rentáveis do mundo: a indústria abortista. Se a mulher que foi violada não quer cuidar do bebé, que o dê para adopção. Não precisa de matar um inocente.

Por hoje, é tudo.

O QUE É O PATRIARCADO?

Dezembro 21, 2023

Maria Helena Costa

- Não se trata de pornografia, pelo contrário, trata-se de cuidar da honra das mulheres.
- Não é impedir as mulheres de estudar, pelo contrário, é encorajá-las a crescer em ciência e sabedoria.
- Não é abandonar a família, pelo contrário, é assumir o dever de marido e pai.
- Não é maltratar a mulher, pelo contrário, é defendê-la de todas as ameaças e perigos.
 
O que é o patriarcado, entendido correctamente?
- É o desejo natural do homem de defender a sua mãe, a sua mulher, os seus filhos e o fruto do seu trabalho (património familiar) de qualquer ameaça, nacional ou estrangeira, mesmo com o risco da sua própria vida e bem-estar.
 

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«O que é o patriarcado? Dir-te-ei em sete palavras: Homens viris que protegem as suas mulheres!»

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