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Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

Evidências contra a medicalização de género de crianças

Março 30, 2024

Maria Helena Costa

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São cada vez mais as evidências que se amontoam contra a medicalização de género de crianças, adolescentes e jovens adultos.
Desta vez pela mão da especialista de género de topo da Finlândia, já em artigos anteriores inequivocamente vocal acerca do mito do suici*** da juventude trans e da tomada ativista de instituições, profissionais médicos e indústria médica.
Não existem evidências que apontem para uma redução na morte por suici*** depois dos chamados “cuidados afirmativos de género”.
Os “cuidados afirmativos de género” são a linha médica adoptada em Portugal 🇵🇹.

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Partilhe com um pai, mãe, amigo ou familiar. A sua acção conta. Nem mais uma criança medicalizada.
 

Falsidades acerca da medicina de género

Março 26, 2024

Maria Helena Costa

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São várias as afirmações FALSAS subjacentes aos chamados “cuidados de saúde afirmativos de género”:

1) o surgimento de uma identidade trans resulta de um auto-conhecimento mais profundo
2) as identidades trans são imutáveis e para a vida (daí o fazerem-se tratamentos e cirurgias irreversíveis inclusivamente em menores)
3) existem evidências científicas de qualidade que apontam para benefícios a nível de disforia de género e saúde mental ao transicionar-se
4) o processo de transição conduzirá a uma redução das taxas de suici*** da população trans mais jovem

Nenhuma destas afirmações é verdadeira. Existem muitos outros pressupostos não comprovados ou falsidades acerca da medicina de género e da ideologia subjacente já expostos em estudos científicos ou estudos científicos sistemáticos.

Protejam as crianças.
#nãohácriançastrans

Os danos irreversíveis da ideologia trans (3)

Janeiro 09, 2024

Maria Helena Costa

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Ignorando o trágico número de arrependimentos, entre jovens que já fizeram a «mudança de sexo» e que desejam voltar ao seu sexo biológico, e o facto de haver países como a Suécia a acabar com os tratamentos de transição em crianças, que se auto-determinam do outro sexo, ou seja: segundo o conceito de «identidade de género», puramente ideológico e absolutamente subjectivo, neste cantinho à beira-mar plantado, o Ministério da Educação, braço armado do socialismo, prossegue na senda de destruir a identidade das crianças, de as recriar à imagem e semelhança de ideólogos perversos, travestidos de boas intenções, e de as tornar súbditos da bandeira colorida, usando, entre outros, o site de Educação para a Cidadania para incentivar crianças a «mudar de sexo».

Se o leitor se der ao trabalho de entrar no site, clicar no domínio «Sexualidade», na rubrica «desenvolvimento da sexualidade», na sugestão «aceder a mais recursos», nos vídeos sobre Identidade e Género (criados e apresentados por dois transexuais), encontrará este, onde, teatralmente e com muitas risadas pelo meio, se diz isto: «Tu não dás valor nenhum ao teu corpo? Andam aí mulheres com cancro,  que têm de tirar os peitos, e tu vens-me com essa conversa? Tu levas já com um chinelo nesse rabo, queres ver? Já não há respeito pelas mulheres, porra, pá. Pois é, há mulheres, com cancro, que têm de tirar os peitos e sofrem imenso com isso, mas, lá está, são mulheres, nós não. Nós, não só não gostamos, como nos impede completamente de ter uma vida normal e comum e de fazermos tarefas do dia-a-dia, porque nós não nos identificamos como mulheres. E mesmo que nos identificássemos como mulheres, as mulheres não têm que ter mamas, porra. It’s ok se uma mulher não quiser ter peito. Se é ok uma mulher querer aumentar o peito, porque é que não é ok uma mulher querer tirar o peito, porque não é um objecto sexual?»

Nesta série de artigos, sobre os danos causados pelos tratamentos de «mudança de sexo» em crianças, já escrevi sobre os danos causados pelos bloqueadores da puberdade, pelas hormonas do outro sexo (cujos danos são ridicularizados diante do público infanto-juvenil pelos dois activistas trans de serviço no site de Educação para a Cidadania: «Então tu não sabes que as hormonas são perigosas? As hormonas são muito perigosas, elas vão durante a noite, assaltam-vos a vossa casa, vendem tudo o que vocês têm lá dentro») e, hoje, escrevo sobre a «cirurgia superior», ou dupla mastectomia (amputação das duas mamas).

Abigail Shrier, no seu livro Irreversible Damage [Dano Irreversível], dá-nos conta de um vídeo, «infame para os pais de adolescentes que se identificam como trans», cuja protagonista é uma das pediatras especializadas em género mais proeminentes dos Estado Unidos, a doutora Johanna Olson-Kennedy, uma das mais conhecidas defensoras da transição médica precoce em crianças e adolescentes, Directora médica do Centro para a Saúde e o Desenvolvimento dos Jovens Trans do Hospital Infantil de Los Angeles, a maior clínica do seu tipo no país. No vídeo, filmado por uma câmera escondida no bolso de uma mãe […] expressa-se de forma divertida e tranquilizadora. As palavras que dirige àquela mãe são repugnantes: «O que sabemos é que os adolescentes têm a capacidade de tomar uma decisão informada e lógica. E outra coisa, sobre a dupla mastectomia, se mais tarde desejares voltar a ter mamas, é só colocá-las».

É uma declaração impactante, do tipo que os pais destas meninas partilham uns com os outros para provar qual é o tipo de ideologia monstruosa que enfrentam. Na hora de recomendar a uma criança uma dupla mastectomia, o médicos não deveriam poder ser tão frívolos. Alguém que recomenda uma dupla mastectomia a uma menina de apenas 13 anos (na Califórnia é permitido) – como faz a Drª Olson-Kennedy – leva a sua responsabilidade muito a sério, certo? Será que não reconhecem a perda imensa que a criança vai sofrer, ainda que a recomendem?

«Mas», perguntará o leitor, «os avanços da medicina estética não permitem pôr os peitos, tirá-los e voltar a colocá-los?»

Segundo o cirurgião plástico Patrick Lappert, a resposta é um rotundo não. Ele assegura: «Posso reverter a masculinização do nariz, posso reverter a masculinização da mandíbula, […] mas não posso reverter uma mastectomia. A única coisa que posso fazer é formar um novo montículo no lugar da mama, mas não será uma mama. Será um caroço no peito que se parecerá com um seio.»

O problema é que a mama não é apenas um pedaço de tecido adiposo.  As mamas são constituídas por vários tipos de tecido, entre eles gordura (tecido adiposo) e tecido fibroglandular (onde há as estruturas que produzem o leite materno). Os lóbulos são conectados ao mamilo por uma rede de tubos denominados dutos de leite, e o mamilo também serve como zona erógena que excita o cérebro.   

Os médicos sabem qual é a diferença entre um órgão são, com capacidades biológicas -  neste caso, a sensação erótica e a produção de leite – e um pedaço de carne que se assemelha a esse órgão. Um leigo na matéria pode não ter esse conhecimento, mas, segundo o Dr. Lappert, eliminar as capacidades biológicas de um órgão saudável, substituindo-as por algo meramente estético, é mau, e, em quase todas a áreas da medicina, é expressamente proibido. Ele exemplifica:

Destruir por completo uma capacidade natural é como tirar os olhos a uma pessoa que deseja ter olhos azuis e pôr-lhe uns olhos de cristal de cor azul. Ela terá os olhos azuis, mas não funcionarão. Ela foi privada da capacidade de ver. Trata-se de um exemplo extremo, mas instrutivo, porque estamos a falar de uma mudança cosmética.

Ele defende que a cirurgia estética tem limites éticos e profissionais, e acrescenta: «Não há nenhuma outra operação cosmética na qual se considere minimamente aceitável destruir uma função humana. Não há nenhuma operação cosmética na qual eu possa propor: «vamos melhorar o nariz, mas vai deixar de sentir cheiro»; ou «vou melhorar os aspecto das orelhas deste rapaz, mas ele vai ficar surdo; sem perder a licença para continuar a exercer. Mas, no caso de uma adolescente, renunciar à capacidade de amamentar - para parecer um rapaz - é algo que é considerado moralmente correcto.»

Infelizmente, há cada vez mais profissionais de saúde a ceder ao lóbi e à pressão dos activistas trans e a praticar mutilação genital infantil no Ocidente. Amputar os seios a meninas adolescentes, que se identificam como rapazes, é um procedimento cada vez mais habitual.

O Dr. Hugh McLean, um proeminente cirurgião de Toronto especializado em cirurgia superior, faz mastectomias masculinizantes em mulheres biológicas desde 1999. Segundo ele: «O mais gratificante é ver todos esses sorrisos. Trata-se de um grupo de pacientes tão ansiosos por fazer a operação […] é satisfatório ver a sua felicidade e bem-estar.» Na sua conta no Instagram apresenta uma fotografia do seu sócio com o gorro de Pai Natal segurando nas mãos dois recipientes brancos, com as etiquetas «tecido mamário», supostamente recém extraído às suas pacientes. Macabro!  

Segundo os defensores da cirurgia superior, a dupla mastectomia é o único meio eficaz para curar a disforia de uma paciente, mas, como as duplas mastectomias em adolescentes têm muito mais que ver com a ideologia da moda do que com um transtorno real da sexualidade (disforia de género ou incongruência de género, como preferirem), há cirurgiões a fazer duplas mastectomias a adolescentes que se identificam apenas como não-binários, sem exigirem nenhum acompanhamento por parte de um psicoterapeuta. Na página Web do Dr. McLean pode ler-se: «Para nós, quem faz o diagnóstico é o paciente, não o médico, da mesma maneira que uma paciente que procura um aumento dos seios diagnostica que os seus peitos são demasiado pequenos».

Quem se importa que haja cada vez mais mulheres (e homens) a reconhecer que diagnosticaram mal a sua própria disforia de género e a arrepender-se de todos os tratamentos que fizeram?  

Ao contrário daquilo que os influencers trans incutem na mente dos mais novos, há danos irreversíveis para as pessoas que se submetem a duplas mastectomias: sacrifica-se a sensibilidade dos mamilos, ainda que coloquem mamilos reconstruidos no lugar desejado, ou conserva-se a sensibilidade e a aparência dos mamilos, mas não são colocados no lugar correcto; os dois procedimentos deixam cicatrizes enormes debaixo do lugar onde deveriam estar os seios, o que, para muitas raparigas, é uma espécie de estigma que indica aos outros que podes parecer um homem, mas que não nasceste homem.

A intervenção implica ainda: risco de infecção, seroma (o acúmulo de líquido debaixo da pele, que surge no local de uma cirurgia, próximo à cicatriz cirúrgica), dor, hemorragia, supuração (processo de formação de pus, numa reacção inflamatória e ou infecciosa), retalhos de pele e mamilos que parecem carne de hambúrguer cozida.

Em algumas adolescentes, a dupla mastectomia parece aliviar a disforia de género, pelo menos a curto prazo. Mas, quando o arrependimento chega, não há cirurgia plástica que traga de volta a funcionalidade dos seios e, é cada vez mais difícil esconder que há uma quantidade crescente de adultos, que fizeram a transição na adolescência, a optar pela destransição. Infelizmente, nunca conseguirão voltar ao ponto de partida.

Termino com mais uma notícia de arrependimento, que saiu esta semana na comunicação social. A espanhola Susana Domínguez, 24 anos, que se tornou Sebastião aos 15 anos, e que, agora, diz que teve mau acompanhamento psicológico e psiquiátrico e assevera que os médicos e os hospitais públicos que a operaram lhe “arruinaram a vida”. Susana precisou de seis anos para perceber que talvez os seus problemas mentais, que incluíam depressão e transtorno de personalidade esquizoide, a tivessem impedido de tomar a decisão certa.

Quantas vítimas serão precisas para colocar um travão na ideologia do género?

E nós? Vamos continuar a deixar-nos amordaçar pelo activismo trans e pelas políticas estatais e a permitir, silenciosa e covardemente, que o socialismo continue a legislar no sentido de transformar e mutilar genitalmente as crianças cada vez mais cedo? Em Espanha já é possível «mudar de sexo» aos 12 anos.

Vamos continuar em silêncio, enquanto se privam as crianças de cuidados de saúde imprescindíveis para um dia, como adultos, tomarem uma decisão informada? Vamos acreditar nas novas histórias da carochinha, que insistem na mentira de que um homem pode ser de facto uma mulher e vice-versa e que há quem nasça no corpo errado?  A quem interessam os tratamentos vitalícios e as cirurgias de redesignação sexual? Quem é que ganha com a ideologia do género?

O futuro da nossa Nação são as crianças. Vamos permitir que continuem a ser ratos de laboratório de uma experiência social que já apresenta resultados tão trágicos?

 

Influenciadores de mentes fracas

Janeiro 05, 2024

Maria Helena Costa

Estes influenciadores de mentes fracas não param de usar os meios à sua disposição para aliciar crianças, adolescentes e jovens a amputarem partes saudáveis do seu corpo. E, você, que lhes dá audiências, também é CULPADO!
Ninguém nasce no corpo errado, até porque não há corpo à parte de tudo o resto e vice-versa. O que há, são pessoas que sofrem de graves transtornos psiquiátricos e que se vêm como não são. Não faltam pessoas que acreditam ser o que não são. 
 

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Por ex., um tipo que já fez 72 cirurgias plásticas para ser o Ken;

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Outro, pai de sete filhos, sente que é uma menina de seis anos no corpo de um homem;
 

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Outro, sente que é a primeira mulher trans dragão do mundo;

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Uma jovem afirma ser um gato preso num corpo humano...

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Enfim, os transtornos psiquiátricos não param de aumentar... PESQUISE!
 
E se esta pessoa, que sofre de um grave transtorno psiquiátrico, se suicidar, como fez uma jovenzinha, que esteve num programa da Fátima Lopes a dar conta da sua enorme felicidade por, finalmente, poder “ser o rapaz que sempre havia sido”, entrou numa depressão gravíssima assim que chegou a casa e se suicidou passados poucos meses?
Claro que as TVs ficaram em absoluto silêncio sobre o que aconteceu, e a ideia com que os espectadores ficaram foi a de que “aquele rapaz trans” [aquela menina] era felicíssimo depois da mudança… E a mãe ficou sozinha com a sua dor…
Esta pessoa diz que «teve muitas vezes vontade de cortar o pénis»… E se tivesse vontade de cortar um braço? Uma perna? Também apareceria na TV como um exemplo a seguir?
Odeia o sexo masculino? Pois.. Nem imagino o que lhe possa ter acontecido para sentir isso…
Transtornos psiquiátricos nunca se tratarão com hormonas e amputações de órgãos saudáveis do corpo. Infelizmente, o nº de suicídios - entre pessoas que já se mutilaram e se encharcaram de hormonas do sexo oposto - não pára de aumentar, mas, disso, as TVs não falam e, quando falam, é para negar os números.
 
 

NINGUÉM NASCE COM UM GÉNERO

Dezembro 19, 2023

Maria Helena Costa

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NINGUÉM NASCE COM UM GÉNERO. TODOS NASCEM COM UM SEXO BIOLÓGICO.

A Associação Americana de Pediatras urge os educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionam as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. São os factos, e não a ideologia, que determinam a realidade.

  1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objectivo: “XY” e “XX” são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o design humano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento da nossa espécie. Esse princípio é evidente em si mesmo. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congénita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do design Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.
  2. Ninguém nasce com um género. Todos nascem com um sexo biológico. Género (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objectivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência desenvolve-se ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjectivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância. Pessoas que se identificam como “sentindo-se do sexo oposto” ou “em algum lugar entre os dois sexos” não constituem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.
  3. A crença dele ou dela de ser algo que não é indica, na melhor das hipóteses, um pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objectivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de género (DG). Disforia de género, anteriormente chamada de transtorno de identidade de género (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.
  4. A puberdade não é uma doença – e as hormonas que bloqueiam a puberdade podem ser perigosas. Reversíveis ou não, as hormonas que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.
  5. Cerca de 98% dos meninos e 88% das meninas confusos com o próprio género acabam aceitando o seu sexo biológico depois de passarem naturalmente pela puberdade, segundo o DSM-V.
  6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormonas do outro sexo no fim da adolescência. Essas hormonas (testosterona e estrogénio) estão associados a riscos para a saúde, o que inclui, entre outros, o aumento da pressão arterial, a formação de coágulos sanguíneos, o acidente vascular cerebral e o
  7. O índice de suicídio é 20 vezes maior entre adultos que usam hormonas do sexo oposto e se submetem a cirurgias de mudança de sexo – inclusive nos países mais afirmativos em relação aos chamados LGBTQ, como a Suécia. Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar crianças e jovens a esse destino, sabendo que, após a puberdade, cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade com boa saúde física e mental?
  8. É abuso infantil condicionar crianças a acreditarem que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto seja normal e saudável. Endossar a discordância de género como normal através da rede pública de educação e de políticas legais servirá para confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às “clínicas de género” e aos medicamentos bloqueadores da puberdade. Isto, por sua vez, praticamente garante que essas crianças e adolescentes vão “escolher” uma vida inteira de hormonas cancerígenos e tóxicas do sexo oposto, além de pensarem na possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.

Michelle A. Cretella, M.D. Presidente da Associação Americana de Pediatras
Quentin Van Meter, M.D. Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras Endocrinologista Pediátrico
Paul McHugh, M.D. Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital

#diganãoàideologiadegénero

 

 

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