Idiotas (in)úteis
Fevereiro 14, 2024
Maria Helena Costa

Idiotas (in)úteis. É a forma como designo todos aqueles que acreditam cegamente em tudo o que sai na comunicação social, ao minuto, e perderam a capacidade de questionar.
Activismos, como «Marchas do Orgulho Gay», «Pelos Direitos da Mulher», «Autodeterminação de Género», etc, enchem as ruas, entram-nos em casa, via TV, NET e afins, e vão formatando mentes idiotizadas por meio de programas pensados e criados para o efeito. Senão, vejamos:
- Porque é que há marcha do orgulho gay?
- Para reclamar direitos e celebrar os já adquiridos.
- Mas, cá em Portugal, alguém é perseguido por causa das suas preferências sexuais?
- O Estado manda-os prá cadeia devido à sua [des]orientação sexual, ou mata-os, como se faz em 75 países (onde esses activistas não vão fazer activismo)?
- Por que se manifestam cá e não nos países onde não têm direito a viver?
- No Ocidente, onde não param de se manifestar, não têm direito ao trabalho?
- Quais são as leis que os impedem de aceder a determinados cargos?
- Onde se podem encontrar ofertas de emprego «só para heterossexuais»?
- Há alguma lei que recuse os mesmos direitos de todos os demais cidadãos aos que fazem sexo com pessoas do mesmo sexo?
- Ou, o que o colectivo lgbt+ pretende é ter mais direitos do que os demais?
- Como é que podem reclamar direitos iguais aos demais cidadãos, num país onde A Constituição proíbe qualquer forma de discriminação, quando já têm mais direitos do que os demais?
Quais direitos?
Por exemplo:
TRABALHO: Concursos da CML [Câmara Municipal de Lisboa] passam a mencionar comunidade LGBTI+. «Pessoas LGBTI+ incentivadas a concorrer». Imaginem se, em lugar de pessoas lgbti+, a CML mencionasse »pessoas heterossexuais»...
SAÚDE: Se eu tiver uma doença grave e quiser ser tratada a tempo e horas, tenho que pagar o tratamento (ou parte dele) do meu bolso. Mas o Estado paga, como o dinheiro dos nossos impostos, a totalidade dos tratamentos e das cirurgias plásticas (desinadas como cirurgias de «mudança de sexo»), que só mutila órgãos e muda a aparência, não o sexo.
Bem, avancemos:
E o movimento feminista, que afirma lutar pelos direitos das mulheres?
Em França, por ex., devido à pressão dos activistas feministas, já não se usa o termo mademoiselle [senhorita], porque é sexista. E, é sexista porquê?
- Porque, alegam, não existe mademoisello [senhorito], então, como revela o estado civil da mulher, é sexista.
Em Espanha, querem que passe a existir o feminino de «joven» (jovena), porque, dizem, «joven» é masculino e «por lo tanto»: sexista.
Na Suécia, pasmem, o movimento feminista quer ver aprovada uma lei na qual os homens sejam obrigados a «mijar» sentados.
Ridículo?
- Sim. Até na retrete esse movimento se quer impor.
O movimento feminista proclama que é um movimento importante para lutar pelos direitos das mulheres, tão oprimidas, coitadinhas, e continua a gritar:
- Por salários e oportunidades iguais às dos homens;
- Pelo direito a não serem agredidas e mortas pelos seus maridos;
- A andar na rua, nuas ou vestidas, sem serem violadas;
- A serem donas do seu próprio corpo.
1 - Em que país é que as mulheres ganham menos do que os homens? Aqui? Onde? Quem são os burros dos patrões que, podendo pagar menos a uma mulher — pela mesma carga horária, disponibilidade, e pelo mesmo trabalho de um homem — contratam homens? Quem é que pode mostrar recibos de vencimento que provem que, exactamente pelo mesmo trabalho, horas e tempo de casa, uma mulher recebe menos do que um homem? Em quais empresas, tirando as públicas (que pertencem ao Estado)? Quantas mulheres desejam oportunidades IGUAIS para exercerem profissões como: trolha, estivador, ou calceteiro? Quais são as demais profissões que negam às mulheres os cargos, que os homens ocupam, só pelo facto de serem mulheres? Não se dará o caso de as mulheres, quando vão a uma entrevista de trabalho, pedirem valores + baixos do que os homens?
2 - Creio que ninguém, no seu perfeito juízo, é a favor de que as mulheres sejam agredidas e mortas pelos seus maridos. Afinal, não há leis que punem os agressores e os assassinos? No nosso país, é legal o homem agredir e matar a mulher? Então, por quê criar movimentos para «lutar» por leis que já existem há tanto tempo? Há alguém a «lutar» pelos homens agredidos e mortos pelas suas mulheres? São menos? É possível. Querem convencer-nos que é o movimento feminista que vai acabar com a violência doméstica? Aos gritos? Com palavras de ordem ordinárias e frases nojentas? Andando semi-nuas na rua e a defecar o cérebro nas igrejas? Ou muito me engano, ou para acabar com a violência doméstica teriam de exterminar os homens maus e as mulheres más, pois a violência não é uma questão de sexo, mas sim de maldade e como todo o ser humano é intrinsecamente mau… E, como a Esquerda (que sustenta feministas e GLS’s) é pelos direitos dos presos, contra longas penas de prisão e contra a pena de morte... Como é que pretendem acabar com a violência doméstica? Efeminizando os homens? Masculinizando as mulheres? Acabando com ambos?
3 - Nuas, na rua? Por que cargas d’água é que sou obrigada a ver figurinhas tristes despidas no meio da rua? Sim, para mim, que também sou mulher, cidadã deste país e tenho direitos, é atentado ao pudor. Ai, e tal, gritam as feministas: «e se for um homem?». Também. E, nisto, até a feminista Camile Paglia discorda do movimento: «Ao incutir nas mulheres que elas podem fazer o que quiserem a andar semi-nuas na rua, o feminismo deixou-as vulneráveis e indefesas. Os sexos não são iguais, elas não podem fazer tudo o que quiserem, ir a todos os sítios e vestir o que lhes apetecer, pois estarão sempre expostas ao perigo de agressões sexuais.» (Camille Paglia «Mulheres livres Homens livres», pág. 89).
4 - Donas do próprio corpo? Ok! Se quiserem cortar os dedos, os membros, o pescoço, etc., quem é que as impede? Agora, matar bebés indefesos no lugar onde deveriam estar mais seguros, é assassinato. Um bebé não é o corpo da mulher, é um ser humano que cresce dentro dela porque ela fez algo para que isso acontecesse. «Ai e tal, e quando é violada?» No dia em que defenderem a pena de morte para o violador, talvez eu acredite que o movimento feminista quer de facto proteger as mulheres... A covardia de matar um ser humano indefeso, no primeiro estágio do seu desenvolvimento, não desviola a mulher e a verdade é que cerca de 90% dos abortos são 2ªs e 3ªs gravidezes, ou seja, matar o bebé no ventre é, para muitas, + um método anticoncepcional, que enriquece uma das indústrias + rentáveis do mundo: a indústria abortista. Se a mulher que foi violada não quer cuidar do bebé, que o dê para adopção. Não precisa de matar um inocente.
Por hoje, é tudo.