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Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

Identidade de Género - Ideologia ou ciência?

Todos os alunos e professores estão a levar com políticas ideológicas de género que anulam proteções baseadas no sexo ao dar prioridade aos sentimentos em vez da biologia.

REVELADO: METADE dos membros do comité de saúde transgénero da Organização Mundial de Saúde (OMS) NÃO têm formação médica e a maioria são activistas

Janeiro 15, 2024

Maria Helena Costa

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Metade dos membros do comité da Organização Mundial de Saúde para as directrizes de saúde transgénero não são peritos médicos qualificados - e a maioria são activistas de género.

Um dos membros do painel é um controverso tiktoker canadiano com identidade trans, que acredita que os bloqueadores da puberdade devem ser prescritos a todas as crianças, independentemente da sua identidade de género, para que possam «escolher» o seu género em vez de lhes ser atribuído um pela sociedade.

Outro membro acredita que a transição não causa problemas de saúde e afirma que os únicos «efeitos secundários reais» de uma mudança de sexo são uma «qualidade de vida significativamente melhorada... e alegria trans».

Várias organizações de defesa dos direitos das mulheres e LGBTQ+ temem que a agência da ONU — cujas recomendações são altamente influentes — tenha sido capturada por uma «tendenciosidade trans».

No mês passado, a OMS publicou as biografias de 21 especialistas que foram convidados a ajudar a formular directrizes que irão moldar a forma como os países tratam a disforia de género. Do painel de 21 membros, que foram convidados a ajudar a formular as directrizes que irão moldar a forma como os países tratam a disforia de género, 11 não têm formação médica formal. Sete são transgénero, dez têm formação médica e, destes, oito são médicos. Os restantes são uma mistura de activistas, defensores da justiça social, advogados de direitos humanos, investigadores de DST e consultores políticos.

Vários deles são também membros da World Professional Association for Transgender Health (WPATH) [Organização Mundial de Saúde Transgénero], uma organização sem fins lucrativos dedicada à promoção de tratamentos médicos para a disforia de género, que tem sido acusada de ser demasiado pró-medicação. Os investigadores da área da saúde que se qualificaram para integrar o painel têm formação em controlo e prevenção do VIH/SIDA, com pouca ênfase nos parâmetros de prestação de serviços de transição conhecidos como Cuidados afirmativos de género.

Ashley - uma mulher trans que usa os pronomes "they/them que b****" - é o membro mais controverso e mais vocal do comité. Tem um número significativo de seguidores no TikTok, onde expressa opiniões duras sobre questões trans, apelando ao abandono dos exames de saúde mental às crianças trans antes de lhes serem administrados bloqueadores da puberdade e medicamentos hormonais.

Ashley disse recentemente no TikTok, ao discutir um artigo académico de que é co-autor, sobre o assunto: «Há alguma razão para pedir às pessoas que passem por uma longa e complexa avaliação do género para terem acesso a cuidados afirmativos de género, ou isso é inútil e o tempo deveria ser mais bem empregue no apoio à tomada de decisões? E o que o meu artigo conclui é que não há provas de que as avaliações de género funcionem... é apenas um processo mais longo sem qualquer razão real». Acrescentou ainda: «As avaliações de género são, na verdade, uma forma desnecessária de controlo a que as comunidades trans têm vindo a opor-se há já algum tempo».

Teddy Cook, outro membro do painel, pintou um quadro cor-de-rosa do processo de transição como sendo inteiramente positivo, afirmou que os «efeitos secundários reais» dos cuidados de transição incluem uma «qualidade de vida significativamente melhorada... uma diminuição dramática da angústia, depressão e ansiedade e um aumento substancial da euforia de género e da alegria trans».

Ashley - que tem uma tatuagem a dizer «sê gay, comete crimes» - também foi coautor de um estudo que afirma que os bloqueadores da puberdade e as terapias hormonais «devem ser tratados como a opção padrão» para crianças com disforia de género.

O porta-voz da OMS, Tarik Jašarević, afirmou que as directrizes sobre cuidados trans se centrariam «apenas em adultos» e não na utilização controversa de hormonas, supressores e cirurgias em crianças. «As directrizes da OMS baseiam-se sempre no equilíbrio das provas disponíveis, nos princípios dos direitos humanos, na consideração dos danos e benefícios e nos contributos dos utilizadores finais e beneficiários», disse Jašarević.

No entanto, alguns membros do painel são a favor da autorização de tais tratamentos para crianças a partir dos 13 anos. A formação do grupo causou indignação interna, com a relatora especial da ONU sobre a violência contra as mulheres e as raparigas a dizer que o grupo era demasiado «unilateral».

Reem Alsalem escreveu ao diretor-geral da OMS para dizer que considerava que o comité continha «conflitos de interesses significativos e não geridos». Acrescentou: «As partes interessadas cujos pontos de vista diferem dos defendidos pelas organizações de activistas transgénero não parecem ter sido convidadas. Essas partes interessadas incluem peritos das autoridades europeias de saúde pública que assumiram a liderança no desenvolvimento de uma abordagem baseada em provas e, consequentemente, cautelosa em relação às transições de género dos jovens (por exemplo, Inglaterra, Suécia e Finlândia)».

O grupo da OMS definirá directrizes globais sobre a forma como os profissionais de saúde de todo o mundo podem aumentar o acesso «e a utilização de serviços de saúde de qualidade e respeitosos a pessoas transgénero e pessoas com diversidade de género». A OMS afirmou ainda que as directrizes se centrarão em cinco áreas: a prestação de cuidados de transição, incluindo terapias hormonais, políticas de saúde que apoiem os cuidados de saúde com inclusão do género e leis que respeitem o direito de um indivíduo a expressar o seu próprio género da forma que lhe parecer mais adequada.

Estas leis incluem frequentemente novas actualizações dos documentos oficiais, como os bilhetes de identidade, para que reflictam o género com que o indivíduo se identifica e não aquele com que nasceu. 

Stella O' Malley, psicoterapeuta e directora executiva do grupo de campanha Genspect, disse ao DailyMail.com:

«O painel da OMS é constituído na sua maioria por advogados de justiça social e de direitos humanos que acreditam que a abordagem afirmativa do género é a única opção... Eles vão determinar as directrizes de cuidados para as pessoas trans, mas não têm ninguém que represente o equilíbrio crítico no seu painel. A OMS presume que a abordagem afirmativa do género é o único caminho a seguir, rejeitando assim a psicoterapia convencional. Trata-se de uma abordagem limitada e muito tendenciosa. A OMS está a cometer um erro grave, devia interromper este processo e consultar os muitos profissionais que defendem abordagens diferentes».

Uma petição on-line subscrita por mais de 8000 entidades desde Dezembro, altura em que o grupo da OMS foi finalizado, apelou a que a organização suspendesse a reunião do grupo em Fevereiro. A petição foi organizada por Jamie Reed, a antiga assistente social de uma clínica trans no hospital pediátrico de St. Louis, que denunciou o facto de crianças com problemas de saúde mental estarem a ser rapidamente submetidas a tratamentos hormonais de sexo cruzado. Numa declaração, Reed, actualmente directora executiva da LGBT Courage Coalition, um grupo de campanha, apelidou os membros do painel da OMS de um grupo de «activistas orientados por uma agenda com poucos ou nenhuns conhecimentos científicos. [...] Alguns são activistas bem conhecidos e radicais que promovem intervenções médicas experimentais e estigmatizam a terapia exploratória», afirmou Reed. O painel deveria incluir «peritos com uma diversidade de perspectivas», acrescentou.

Milhares de signatários são particulares, incluindo psicólogos, enfermeiros e pais de transicionados, bem como organizações como a Genspect, que tem criticado as transições médicas. Para além de pressionar a OMS a reequilibrar o seu painel «tendencioso», os autores da petição afirmam que a organização não deu ao público tempo suficiente para expressar as suas preocupações sobre a composição do influente grupo. O período para comentários do público terminou a 8 de Janeiro.

A petição dizia: «Esta é a velocidade da luz para qualquer organização, mas especialmente para a OMS, que tem de consultar várias partes interessadas, encomendar análises de provas a terceiros e, potencialmente, contratar peritos independentes para ajudar a supervisionar o processo de desenvolvimento das directrizes. Nada disto pode ser realisticamente realizado dentro do prazo artificialmente limitado da OMS».

Quem compõe o painel?  

  • Alicia Krüger é um farmacêutico com formação em epidemiologia das doenças sexualmente transmissíveis e virais. Actualmente, trabalha como epidemiologista e farmacêutica no Brasil. Sendo ele próprio uma mulher transgénero, Krüger co-fundou e presidiu a Associação Brasileira de Profissionais de Saúde Transgénero (BRPATH), uma afiliada da WPATH.
  • Apako Willimas é um activista dos direitos humanos das pessoas transgénero e com não conformidade de género no Uganda, onde fundou a Tranz Network Uganda (TNU). Willimas tem formação em serviço social. É também advogado com cerca de oito anos de experiência na defesa de pessoas LGBTQ+.
  • Ayouba El Hamri é um activista trans em Marrocos que co-fundou um grupo marroquino de defesa da comunidade LGBTQ e faz parte do comité de direcção da African Trans Network e da Global Network of People living with HIV (GNP+).
  • Chris McLachlan, que nasceu mulher mas se identifica mais com o género masculino, é membro da Divisão de Sexualidade e Género da Sociedade Psicológica da África do Sul, onde ajudou a desenvolver a primeira e definitiva Directriz Sul-Africana de Cuidados de Saúde de Afirmação do Género. Também faz parte da equipa central que desenvolveu as Orientações Práticas para Profissionais de Psicologia que Trabalham com Pessoas Sexualmente Diversas e com Diversidade de Género.
  • Cianán Russell é um químico de formação, defensor da política e dos direitos transgénero no grupo de reflexão ILGA-Europe, sediado na Bélgica. Começou como activista LGBTQ+ nos EUA na década de 1990 e, desde então, tem trabalhado em grupos de defesa dos direitos dos transexuais na Ásia e na Europa. Russel é também Director da Trans Survivors Network, uma organização internacional sem fins lucrativos que se dedica à investigação, à defesa e à sensibilização para os cuidados a prestar às pessoas trans expostas a violência sexual, agressão sexual e violação.
  • Elma de Vries é uma médica de família e activista das necessidades de cuidados de saúde da comunidade trans da África do Sul, que trabalha na Faculdade de Medicina da Universidade Nelson Mandela. É também membro fundador da Associação Profissional para a Saúde Transgénero da África do Sul (PATHSA).
  • Erika Castellanos é uma mulher trans e ativista do Belize que vive atualmente nos Países Baixos. Concluiu um programa de certificação para a realização de investigação sobre questões de saúde LGBTQ+ e fundou a primeira rede de pessoas no Belize que vivem com VIH como ele. Castellanos lidera actualmente o trabalho do GATE na construção do movimento dos direitos dos cuidados de saúde trans.
  • Eszter Kismödi é uma advogada internacional de direitos humanos especializada em saúde sexual e reprodutiva. Lidera o grupo Sexual and Reproductive Health Matters, que supervisiona uma revista académica que publica uma vasta gama de investigação relacionada com a saúde sexual e os direitos de género. Kismödi também tem um longo historial de trabalho com organizações de saúde globais, incluindo a OMS e a Associação Mundial de Saúde Sexual, como consultora de direitos humanos.
  • Felisbela de Oliveira Gaspar é assessora de políticas de género do Ministério da Saúde de Moçambique, onde dá formação aos profissionais de saúde sobre a abordagem de género no seu trabalho de tratamento de pacientes. Desde 2016, tem também aconselhado o gabinete da OMS em Genebra sobre o desenvolvimento de estratégias para a utilização da medicina tradicional e alternativa numa vasta gama de contextos, e não apenas no tratamento da disforia de género.
  • Florence Ashley é uma mulher trans e professor de direito no Canadá, especializado em ética na medicina. É autor de um livro intitulado Gender/Fucking: The Pleasures and Politics of Living in a Gendered Body (Género/F0d3r: Os Prazeres e a Política de Viver num Corpo com Género), bem como relatórios que condenam a utilização continuada de terapias de conversão prejudiciais para reverter a homossexualidade de uma pessoa.
  • Gale Knudson é médica e psiquiatra em Vancouver, Canadá, e participou em vários painéis para desenvolver directrizes de cuidados de saúde para transexuais, incluindo o painel Supporting Sexuality Across the Gender Spectrum (Apoiar a Sexualidade em todo o Espectro de Género) na Associação Americana de Educadores, Conselheiros e Terapeutas de Sexualidade. É coautora de várias versões dos Padrões de Cuidados da WPATH e co-lidera o Instituto de Educação Global, sendo antiga Presidente da WPATH e da Associação Profissional Canadiana para a Saúde dos Transgéneros (CPATH).
  • Phan Thi Thu Huong é médica especializada na prevenção e controlo de doenças sexualmente transmissíveis e infecciosas e Directora-Geral da Administração do Vietname para o Controlo do VIH/SIDA. Foi também coordenadora no Vietname da Agência Francesa de Investigação sobre a SIDA e Hepatites Virais, e professora de saúde na Universidade de Medicina de Hanói.
  • Rena Janamnuaysook é a gestora do programa de Ciência da Implementação no Instituto de Investigação e Inovação do VIH (IHRI) em Banguecoque, Tailândia. Aí, criou a Tangerine Community Health Clinic, a primeira clínica de saúde dirigida por transgéneros na região.
  • Janamnuaysook é bolseira do programa CHIMERA D43 dos Institutos Nacionais de Saúde, que formou uma equipa de investigadores do Camboja, Malásia, Filipinas e Tailândia para conceber estudos sobre a relação entre o diagnóstico do VIH e as doenças mentais.
  • Saima Paracha, um dos dois pediatras do painel, trabalha no Programa Nacional de Controlo da SIDA do Paquistão, com ênfase no VIH e nas infecções que frequentemente o acompanham, como a hepatite viral e as DST. Grande parte do seu trabalho, principalmente no Paquistão, tem-se centrado na melhoria do diagnóstico do VIH/SIDA e na formação de outros profissionais de saúde em VIH e tuberculose.
  • Sanjay Sharma, que também é pediatra de formação, foi o director fundador e CEO da Association for Transgender Health na Índia. Como conselheiro do Transgender Empowerment Board of Delhi, o Dr. Sharma ajudou a formular amplas protecções legais para as pessoas trans contra a discriminação na Índia.
  • Shobini Rajan é médica e Directora-Geral Adjunta da Organização Nacional de Controlo da SIDA. Liderou a agenda da saúde transgénero na Índia e foi fundamental na redação do «Livro Branco sobre serviços de saúde abrangentes para a saúde transgénero» do governo indiano.
  • Teddy Cook trabalha em projectos de política e defesa de causas e é o Diretor de Saúde Comunitária da ACON, uma organização líder na defesa do VIH e da saúde LGBTQ+ sediada na Austrália. Faz parte de um vasto leque de grupos consultivos sobre direitos trans, incluindo o maior inquérito australiano sobre saúde e bem-estar LGBTIQ, denominado Expert Advisory Group and Gender Advisory Board.
  • Walter Bockting é médico psiquiatra e investigador do New York State Psychiatric Institute, liderando a Área de Género, Sexualidade e Saúde. Foi presidente da WPATH e é o principal investigador em três estudos sobre o tema financiados pelo National Institute of Health, incluindo um que analisa a qualidade de vida de indivíduos trans e não-binários após cirurgia de afirmação do género.
  • Walter Bouman é médico e especialista em saúde trans no Reino Unido. É especialista em prescrever, dosear e monitorizar o tratamento com hormonas de transição, em encaminhar para cirurgias de transição e outras intervenções médicas, como a depilação e a terapia da fala e da linguagem, e em prestar apoio psicológico a pessoas trans. O Dr. Bouman é membro fundador da Associação Profissional Europeia para a Saúde Transgénero (EPATH) e da Associação Britânica de Especialistas em Identidade de Género (BAGIS).
  • Yanyan Araña é uma mulher trans e activista nas Filipinas. É gestor de programas de uma organização chamada LoveYourself Inc., que presta serviços de saúde sexual e de transição de género, investigação e eventos, à comunidade trans naquele país.
  • Zakaria Nasser é um activista que vive no Líbano e foi membro do grupo clandestino de defesa dos direitos LGBTQ+ Meem. Desde então, fundou o grupo Qorras, que recolhe e divulga relatórios sobre direitos civis e políticas numa perspectiva feminista e queer.

 

Meio de comunicação: Daily Mail
Por: Cassidy Morrison (Senior Health Reporter para o Daily Mail)
Data: Publicado a 9 Janeiro de 2024; Atualizado a 10 Janeiro de 2024

Os Danos Irreversíveis da Ideologia Trans (4)

Janeiro 10, 2024

Maria Helena Costa

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No dia 21 de Dezembro de 2023, fomos informados de que, de 2011 até então, Quase 200 menores já mudaram de sexo em Portugal (as jornalistas não sabem fazer contas, portanto, não foi em 6 anos, mas sim em 5, pois conta a partir de Agosto de 2018, após a aprovação da nefasta Lei 38/2018), que baixou para os 16 anos a idade em que menores poderiam começar a «mudar de sexo») e, de acordo com a notícia: «Este ano (2023), até 19 de dezembro, 69 menores mudaram de género e nome: 18 meninas e 51 meninos (o género após a alteração). Ou seja: 18 meninos e 51 meninas. No total, de 2018 até agora, 187 adolescentes de 16 e 17 anos iniciaram o processo de transição de identidade de género.» Em Março (2023) ficámos a saber que já eram 118 os menores que haviam mudado de sexo e, que: «Do total dos pedidos dos menores, 88 foram para passar do género feminino para o masculino e 30 para passar do género masculino para o feminino.» Portanto, e caso o objectivo dos jornalistas não seja mesmo o de confundir os leitores, creio que os números actuais são impossíveis de conhecer, pois as contas teimam em não bater certas... 

Aqui ficam os números noticiados, desde que a Lei 38/2018 foi aprovada: 

  • Em 2018, ano em que foi publicada a lei que permite a mudança de sexo por menores, 11 menores mudaram de sexo no CC;
  • Em 2019, foram 19 menores
  • Em 2020, foram 16 menores;
  • Em 2021, foram 30 menores;
  • Em 2022, foram 45 menores;
  • Em 10/03/2023, já eram 118 menores; ? Estranho, pois, se tivermos em conta os números noticiados até aqui, na verdade teríamos 121...
  • Em 05/06/2023, no curto espaço de 3 meses, aumentou para 140 menores;
  • Em 08/08/2023, aumentou para 150 menores;
  • Em 19/12/2023, passados 6 meses, disparou para cerca de 200 menores.

Voltando aos dados, que nos informam que as meninas são a esmagadora maioria das pessoas afectadas pela ideologia trans, ou seja, os dados confirmam que tudo o que tenho vindo a denunciar, sobre o facto de as meninas estarem a ser mais influenciadas pela ideologia de género do que os rapazes, é a mais dura e triste realidade. E, apesar dos activistas afirmarem que «pode ser solicitada por menores, [mas que] é algo que acontece apenas nos documentos oficiais», a verdade é que esses menores – meninas e meninos – estão a ser convertidos a uma ideologia, que os convence que podem de facto «mudar de sexo», e que, para isso, podem bloquear a puberdade, enveredar por um caminho de dependência química, e amputar partes saudáveis do seu corpo. Aliás, o activista lgbt+, António Vale, recorda que, em Espanha, os menores já podem pedir para «mudar de sexo» aos 12 anos, e informa: «Temos casos de crianças que estão com a transição social perfeitamente feita. Com oito, nove, 10 anos, 12 anos.»

Ou seja: crianças, que não podem tomar nenhuma outra decisão sobre a sua vida, pois não têm maturidade para o fazer, podem decidir ser do outro sexo?
Apesar de as notícias que chegam até nós, informarem que países como a Suécia, Noruega, Finlândia e alguns Estados dos EUA, os primeiros a adoptar a ideologia e a pô-la em prática, que começam a ter de lidar com queixas-crime de jovens adultos arrependidos, que, influenciados pela ideologia omnipresente e por influencers trans,  optaram por «mudar de sexo» na adolescência e foram levianamente encaminhados para tratamentos irreversíveis, por «profissionais de saúde» afirmativos, acabaram com os tratamentos médicos baseados no conceito da «identidade de  género»?

Sim. Por cá, a desinformação avança, a Escola é uma autêntica linha de montagem, e os políticos insistem na imposição de uma ideologia que resultará em mutilações genitais, muitos arrependimentos, e cada vez mais suicídios.

A desinformação começa quando se convencem crianças de tenra idade de que o sexo é mutável e de que basta sentir para ser. Aliás, a ideologia é tão contra-natura, que se não se introduzisse no ensino tão cedo, a partir do pré-escolar, não haveria tantos menores confusos. Mas, quantos jovens, que foram convencidos de que podem ser o que quiserem e se afirmam transgénero - mulher-homem – conhecem os riscos de uma metoidioplastia e de uma faloplastia?

De acordo com uma sondagem entre transgéneros, realizada nos EUA, em 2015, ainda que 36% das mulheres que se identificam como «homens trans» se tenham submetido a duplas mastectomias e 61% a desejassem, só 3% se submeteram a uma faloplastia e apenas 13% desejavam fazê-la.

O que é a metoidioplastia?

Consiste em dar forma ao clitóris para que se pareça com um pénis minúsculo. Esta cirurgia não está pensada para que o mini-pénis fique duro e possa penetrar, ainda que se possa fazer um alargamento da nova uretra (geralmente, utiliza-se tecido da face interna da boca) através do clitóris, para que seja possível urinar de pé. Há sites que afirmam que «a ereção é possível, porém muitas vezes o falo fica pequeno, impossibilitando a penetração». Portanto, é um risco e pode nunca vir a servir para nada…

E a faloplastia?

A faloplastia é a construção de um pénis, e não é para corações sensíveis. Para produzir o eixo do pénis e a uretra, o cirurgião deve usar tecidos do antebraço (dissecando a pele, a gordura, os nervos e os vasos sanguíneos). Então, o médico deve conectar os nervos para restaurar a sensibilidade no lugar do enxerto. Diz-se, que quando é feito pelos melhores cirurgiões do mundo o resultado chega a ser impressionante. Mas, a maior parte dos cirurgiões estão longe de ser os melhores do mundo e, hoje em dia, sucedem-se os relatos de complicações decorrentes da faloplastia.

Não é fácil enxertar com êxito uma pele similar à do pénis. Os desafios sucedem-se: criar a função de urinar, obter uma certa rigidez e conseguir que endureça o suficiente para poder praticar a penetração.  E ainda fica a faltar uma operação posterior, para enxertar implantes no falo enxertado e produzir assim o efeito similar ao de uma erecção. A delicadeza necessária para unir as peças em miniatura é tal, que até o simples feito de ligar todas as veias e artérias para permitir o fluxo de sangue ao novo apêndice exige habilidades microcirúrgicas que envergonhariam um mestre relojoeiro.

Os riscos sucedem-se

Os coágulos de sangue são frequentes uma vez que mesmo as lesões triviais no revestimento dos vasos sanguíneos fazem com que as plaquetas colem. Um coágulo pode fazer com que o enxerto falhe criando uma ferida aberta que não pode ser fechada com suturas devido à inflamação. A uretra recém-criada carrega os seus próprios riscos: vazamento interno e externo. Um vazamento interno pode produzir tecido cicatricial e estenose, que resulta na diminuição na força do jato urinário e pode até causar um bloqueio total do jato de urina. E, claro, a zona do antebraço, da qual onde se removeu o enxerto, que fica espantosamente desfigurada.

Os danos são irreversíveis

Uma jovem de 19 anos, viu a faloplastia transformar-se em gangrena e perdeu o apêndice. Ela foi despojada dos seus órgãos genitais de ambos os sexos e vive amarrada a um cateter que leva a urina para uma bolsa amarrada à sua perna.

Uma mulher de 40 anos, depois das hormonas, de uma mastectomia dupla e de uma histerectomia (operação que teve de repetir já que na primeira vez o cirurgião lhe cortou a bexiga), submeteu-se a uma metoidioplastia e ficou satisfeita durante algum tempo. Mas, para poder praticar coito vaginal como um homem, submeteu-se a uma faloplastia. A faloplastia de Blake (o seu nome masculino) foi um desastre. A uretra implantada desenvolveu estenose, o que requereu uma cirurgia adicional para inserir um cateter suprapúbico e assim desviar o fluxo urinário para que a ferida pudesse sarar. O tubo suprapúbico desenvolveu uma septicemia. Um coágulo de sangue – risco comum da faloplastia – provocou uma embolia pulmonar, que quase a matou. Uma equipa médica salvou-lhe a vida, mas deixou-lhe uma dor de partir o coração. Com o antebraço destroçado devido à extracção do enxerto já não podia levantar objectos, e até uma leve brisa bastava para enviar dolorosas descargas através da extremidade. Ela disse: «Tenho o braço incapacitado para toda a vida. Não consigo segurar nada. Não consigo segurar um garfo». A septicemia começou na uretra. Começou a crescer pelo no pedaço de pele que foi retirado do seu braço. Imagine um pelo encravado na barba e multiplique-o por mil. A uretra falhou. Tem de se sentar para urinar. Ficou com um pedaço de nada entre as pernas.

A ira encheu o coração de Blake. Muita da sua ira é dirigida ao cirurgião que a operou, mas também a uma cultura que, segundo ela, de tanto elogiar a ideia de «mudar de sexo», de a fazer parecer tão mágica, promove uma mentira. Até o seu psicólogo a incentivou a fazer a faloplastia. Mas, depois do fracasso da cirurgia, quando confrontado, ele respondeu-lhe que não tinha motivos para se arrepender, pois supunha que ela era transgénero.

Isso é assustador. A juventude é bombardeada, diariamente, com o glamour da transição, em como é fácil «mudar de sexo». Não faltam influencers a exaltar as maravilhas da transição… Se uma mulher de 40 anos se deixou arrastar pela ideologia, como resistirão os mais novos?

As políticas identitárias «amordaçam» os profissionais de saúde e proíbem-nos de fazer o seu trabalho. Se o médico não aceitar imediatamente o auto-diagnóstico do paciente é rotulado como transfóbico e pode passar um mau bocado nas mãos dos activistas trans, que não descansarão enquanto ele não for despedidos e não lhe retirarem a licença para exercer.

As esquerdas encostadas e, actualmente, o PS (que pegou nas causas que antes eram bandeiras do BE), ja aprovaram mais uma lei que impede os profissionais de saúde de examinar as origens da disforia de género nas crianças e adolescentes confusos, que enchem os consultórios de psicologia e psiquiatria. Chamam-lhe «práticas de conversão da orientação sexual» e dizem que pretendem «acabar com o vazio legal», mas, na verdade, o que querem é impedir que crianças e adolescentes, influenciados pelo ensino escolar e pelas redes sociais, possam ser devidamente acompanhados e aconselhados, pois sabem que se isso for feito «Cerca de 98% dos meninos e 88% das meninas confusos com o próprio género acabam por aceitar o seu sexo biológico depois de passarem naturalmente pela puberdade, segundo o DSM-V.»

Infelizmente, as consequências de satisfazer as exigências de adolescentes radicalmente ideologizados podem, facilmente, criar uma dependência química para toda a vida, introduzir graves riscos para a saúde e acarretar uma sucessão de cirurgias perigosas com resultados trágicos a longo prazo. A dependência química – para toda a vida - devia ser o último recurso, não a solução inicial. Devia ser uma decisão tomada por adultos, nunca por crianças.

Apesar disso, e contra toda e qualquer lógica, insultam-se, perseguem-se e diabolizam-se aqueles que pedem cautela e moderação com a transição de menores de idade, mas, não há como negar que os perigos são inumeráveis e as salvaguardas, inexistentes; e que talvez o maior risco para os adolescentes que de repente decidem que são do outro sexo, como se fosse uma bóia salva-vidas, seja o mais devastador, que acordem uma manhã sem mamas e sem útero e pensem: «Eu só tinha 16 anos… Era uma menina. Porque é que ninguém me impediu de fazer isto?». Ou: «Eu só tinha 16 anos. Era um rapazinho imaturo. Porque é que ninguém me impediu de fazer isto?»

Eu tentei. E, se Deus me der vida e saúde, continuarei a tentar.

Estimado leitor, se deseja saber mais acerca dos danos irreversíveis causados pela ideologia do género, e muito especialmente pelo activismo trans, aconselho-o a adquirir os livros aos quais fui buscar a informação que tenho vindo a partilhar: «Irreversible Damage: The Transgender Craze Seducing Our Daughters», de Abigail Shrier, e «Nadie nace en un corpo equivocado: Éxito y miseria de la identidad de gênero», de  José Errasti e Marino Pérez Álvarez.

Claro que os activistas vão dizer que nenhum dos autores é credível, mas é isso que se espera de quem adopta esta ideologia como a única «religião verdadeira» e não suporta vê-la desmascarada.

Os danos irreversíveis da ideologia trans (3)

Janeiro 09, 2024

Maria Helena Costa

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Ignorando o trágico número de arrependimentos, entre jovens que já fizeram a «mudança de sexo» e que desejam voltar ao seu sexo biológico, e o facto de haver países como a Suécia a acabar com os tratamentos de transição em crianças, que se auto-determinam do outro sexo, ou seja: segundo o conceito de «identidade de género», puramente ideológico e absolutamente subjectivo, neste cantinho à beira-mar plantado, o Ministério da Educação, braço armado do socialismo, prossegue na senda de destruir a identidade das crianças, de as recriar à imagem e semelhança de ideólogos perversos, travestidos de boas intenções, e de as tornar súbditos da bandeira colorida, usando, entre outros, o site de Educação para a Cidadania para incentivar crianças a «mudar de sexo».

Se o leitor se der ao trabalho de entrar no site, clicar no domínio «Sexualidade», na rubrica «desenvolvimento da sexualidade», na sugestão «aceder a mais recursos», nos vídeos sobre Identidade e Género (criados e apresentados por dois transexuais), encontrará este, onde, teatralmente e com muitas risadas pelo meio, se diz isto: «Tu não dás valor nenhum ao teu corpo? Andam aí mulheres com cancro,  que têm de tirar os peitos, e tu vens-me com essa conversa? Tu levas já com um chinelo nesse rabo, queres ver? Já não há respeito pelas mulheres, porra, pá. Pois é, há mulheres, com cancro, que têm de tirar os peitos e sofrem imenso com isso, mas, lá está, são mulheres, nós não. Nós, não só não gostamos, como nos impede completamente de ter uma vida normal e comum e de fazermos tarefas do dia-a-dia, porque nós não nos identificamos como mulheres. E mesmo que nos identificássemos como mulheres, as mulheres não têm que ter mamas, porra. It’s ok se uma mulher não quiser ter peito. Se é ok uma mulher querer aumentar o peito, porque é que não é ok uma mulher querer tirar o peito, porque não é um objecto sexual?»

Nesta série de artigos, sobre os danos causados pelos tratamentos de «mudança de sexo» em crianças, já escrevi sobre os danos causados pelos bloqueadores da puberdade, pelas hormonas do outro sexo (cujos danos são ridicularizados diante do público infanto-juvenil pelos dois activistas trans de serviço no site de Educação para a Cidadania: «Então tu não sabes que as hormonas são perigosas? As hormonas são muito perigosas, elas vão durante a noite, assaltam-vos a vossa casa, vendem tudo o que vocês têm lá dentro») e, hoje, escrevo sobre a «cirurgia superior», ou dupla mastectomia (amputação das duas mamas).

Abigail Shrier, no seu livro Irreversible Damage [Dano Irreversível], dá-nos conta de um vídeo, «infame para os pais de adolescentes que se identificam como trans», cuja protagonista é uma das pediatras especializadas em género mais proeminentes dos Estado Unidos, a doutora Johanna Olson-Kennedy, uma das mais conhecidas defensoras da transição médica precoce em crianças e adolescentes, Directora médica do Centro para a Saúde e o Desenvolvimento dos Jovens Trans do Hospital Infantil de Los Angeles, a maior clínica do seu tipo no país. No vídeo, filmado por uma câmera escondida no bolso de uma mãe […] expressa-se de forma divertida e tranquilizadora. As palavras que dirige àquela mãe são repugnantes: «O que sabemos é que os adolescentes têm a capacidade de tomar uma decisão informada e lógica. E outra coisa, sobre a dupla mastectomia, se mais tarde desejares voltar a ter mamas, é só colocá-las».

É uma declaração impactante, do tipo que os pais destas meninas partilham uns com os outros para provar qual é o tipo de ideologia monstruosa que enfrentam. Na hora de recomendar a uma criança uma dupla mastectomia, o médicos não deveriam poder ser tão frívolos. Alguém que recomenda uma dupla mastectomia a uma menina de apenas 13 anos (na Califórnia é permitido) – como faz a Drª Olson-Kennedy – leva a sua responsabilidade muito a sério, certo? Será que não reconhecem a perda imensa que a criança vai sofrer, ainda que a recomendem?

«Mas», perguntará o leitor, «os avanços da medicina estética não permitem pôr os peitos, tirá-los e voltar a colocá-los?»

Segundo o cirurgião plástico Patrick Lappert, a resposta é um rotundo não. Ele assegura: «Posso reverter a masculinização do nariz, posso reverter a masculinização da mandíbula, […] mas não posso reverter uma mastectomia. A única coisa que posso fazer é formar um novo montículo no lugar da mama, mas não será uma mama. Será um caroço no peito que se parecerá com um seio.»

O problema é que a mama não é apenas um pedaço de tecido adiposo.  As mamas são constituídas por vários tipos de tecido, entre eles gordura (tecido adiposo) e tecido fibroglandular (onde há as estruturas que produzem o leite materno). Os lóbulos são conectados ao mamilo por uma rede de tubos denominados dutos de leite, e o mamilo também serve como zona erógena que excita o cérebro.   

Os médicos sabem qual é a diferença entre um órgão são, com capacidades biológicas -  neste caso, a sensação erótica e a produção de leite – e um pedaço de carne que se assemelha a esse órgão. Um leigo na matéria pode não ter esse conhecimento, mas, segundo o Dr. Lappert, eliminar as capacidades biológicas de um órgão saudável, substituindo-as por algo meramente estético, é mau, e, em quase todas a áreas da medicina, é expressamente proibido. Ele exemplifica:

Destruir por completo uma capacidade natural é como tirar os olhos a uma pessoa que deseja ter olhos azuis e pôr-lhe uns olhos de cristal de cor azul. Ela terá os olhos azuis, mas não funcionarão. Ela foi privada da capacidade de ver. Trata-se de um exemplo extremo, mas instrutivo, porque estamos a falar de uma mudança cosmética.

Ele defende que a cirurgia estética tem limites éticos e profissionais, e acrescenta: «Não há nenhuma outra operação cosmética na qual se considere minimamente aceitável destruir uma função humana. Não há nenhuma operação cosmética na qual eu possa propor: «vamos melhorar o nariz, mas vai deixar de sentir cheiro»; ou «vou melhorar os aspecto das orelhas deste rapaz, mas ele vai ficar surdo; sem perder a licença para continuar a exercer. Mas, no caso de uma adolescente, renunciar à capacidade de amamentar - para parecer um rapaz - é algo que é considerado moralmente correcto.»

Infelizmente, há cada vez mais profissionais de saúde a ceder ao lóbi e à pressão dos activistas trans e a praticar mutilação genital infantil no Ocidente. Amputar os seios a meninas adolescentes, que se identificam como rapazes, é um procedimento cada vez mais habitual.

O Dr. Hugh McLean, um proeminente cirurgião de Toronto especializado em cirurgia superior, faz mastectomias masculinizantes em mulheres biológicas desde 1999. Segundo ele: «O mais gratificante é ver todos esses sorrisos. Trata-se de um grupo de pacientes tão ansiosos por fazer a operação […] é satisfatório ver a sua felicidade e bem-estar.» Na sua conta no Instagram apresenta uma fotografia do seu sócio com o gorro de Pai Natal segurando nas mãos dois recipientes brancos, com as etiquetas «tecido mamário», supostamente recém extraído às suas pacientes. Macabro!  

Segundo os defensores da cirurgia superior, a dupla mastectomia é o único meio eficaz para curar a disforia de uma paciente, mas, como as duplas mastectomias em adolescentes têm muito mais que ver com a ideologia da moda do que com um transtorno real da sexualidade (disforia de género ou incongruência de género, como preferirem), há cirurgiões a fazer duplas mastectomias a adolescentes que se identificam apenas como não-binários, sem exigirem nenhum acompanhamento por parte de um psicoterapeuta. Na página Web do Dr. McLean pode ler-se: «Para nós, quem faz o diagnóstico é o paciente, não o médico, da mesma maneira que uma paciente que procura um aumento dos seios diagnostica que os seus peitos são demasiado pequenos».

Quem se importa que haja cada vez mais mulheres (e homens) a reconhecer que diagnosticaram mal a sua própria disforia de género e a arrepender-se de todos os tratamentos que fizeram?  

Ao contrário daquilo que os influencers trans incutem na mente dos mais novos, há danos irreversíveis para as pessoas que se submetem a duplas mastectomias: sacrifica-se a sensibilidade dos mamilos, ainda que coloquem mamilos reconstruidos no lugar desejado, ou conserva-se a sensibilidade e a aparência dos mamilos, mas não são colocados no lugar correcto; os dois procedimentos deixam cicatrizes enormes debaixo do lugar onde deveriam estar os seios, o que, para muitas raparigas, é uma espécie de estigma que indica aos outros que podes parecer um homem, mas que não nasceste homem.

A intervenção implica ainda: risco de infecção, seroma (o acúmulo de líquido debaixo da pele, que surge no local de uma cirurgia, próximo à cicatriz cirúrgica), dor, hemorragia, supuração (processo de formação de pus, numa reacção inflamatória e ou infecciosa), retalhos de pele e mamilos que parecem carne de hambúrguer cozida.

Em algumas adolescentes, a dupla mastectomia parece aliviar a disforia de género, pelo menos a curto prazo. Mas, quando o arrependimento chega, não há cirurgia plástica que traga de volta a funcionalidade dos seios e, é cada vez mais difícil esconder que há uma quantidade crescente de adultos, que fizeram a transição na adolescência, a optar pela destransição. Infelizmente, nunca conseguirão voltar ao ponto de partida.

Termino com mais uma notícia de arrependimento, que saiu esta semana na comunicação social. A espanhola Susana Domínguez, 24 anos, que se tornou Sebastião aos 15 anos, e que, agora, diz que teve mau acompanhamento psicológico e psiquiátrico e assevera que os médicos e os hospitais públicos que a operaram lhe “arruinaram a vida”. Susana precisou de seis anos para perceber que talvez os seus problemas mentais, que incluíam depressão e transtorno de personalidade esquizoide, a tivessem impedido de tomar a decisão certa.

Quantas vítimas serão precisas para colocar um travão na ideologia do género?

E nós? Vamos continuar a deixar-nos amordaçar pelo activismo trans e pelas políticas estatais e a permitir, silenciosa e covardemente, que o socialismo continue a legislar no sentido de transformar e mutilar genitalmente as crianças cada vez mais cedo? Em Espanha já é possível «mudar de sexo» aos 12 anos.

Vamos continuar em silêncio, enquanto se privam as crianças de cuidados de saúde imprescindíveis para um dia, como adultos, tomarem uma decisão informada? Vamos acreditar nas novas histórias da carochinha, que insistem na mentira de que um homem pode ser de facto uma mulher e vice-versa e que há quem nasça no corpo errado?  A quem interessam os tratamentos vitalícios e as cirurgias de redesignação sexual? Quem é que ganha com a ideologia do género?

O futuro da nossa Nação são as crianças. Vamos permitir que continuem a ser ratos de laboratório de uma experiência social que já apresenta resultados tão trágicos?

 

Comportamento padrão de adolescentes "elgebetizados”

Dezembro 16, 2023

Maria Helena Costa

Com a Lei 38/2018, o Despacho 7247/2019 (chumbado pelo Tribunal Constitucional), o copy paste do Despacho na Proposta de Lei 332/XV e o texto final, que será votado no próximo dia 20 de Dezembro, Portugal copia o que de pior se vai passando um pouco por todo o mundo ocidental e, quando se fala de crianças, que, supostamente, e depois de muita doutrinação ideológica, sofrem de disforia de género, o critério dos pais só é ouvido e tomado em conta SE coincidir com o "sentimento profundamente sentido", ainda que surgido repentinamente e nunca antes percebido, do seu filho. Do contrário, caso tentem ajudar o filho a perceber o que realmente se passa e não se ajoelhem diante da nova identidade auto-determinada pelos petizes, a ameaça estatal de lhes retirar toda e qualquer autoridade paternal/maternal sobre os seus filhos e de os sentar ao banco dos réus recai sobre eles.

Perante este ataque sem tréguas à família, o que é que os pais precisam de saber sobre o comportamento dos seus filhos, que, repentinamente, passam a identificar-se como trans, e os ataques que virão, caso não venerem a auto-determinação deles?  

A Drª Lisa Littman criou um questionário com noventa perguntas, distribuiu-o entre 256 pais que tinham visto os seus filhos adolescentes, que nunca antes haviam manifestado qualquer sintoma de Transtorno da Identidade Sexual [Disforia de Género], identificarem-se repentinamente como transgénero, e estas são algumas das conclusões:

  1. Mais de 80% dos adolescentes eram mulheres (sexo biológico), com uma idade média de 16,4 anos;
  2. No momento de anunciar a sua transexualidade, a maioria vivia em casa dos pais;
  3. A grande maioria tinha tido zero indicadores de disforia de género na infância (além de não cumprirem universalmente o requisito das seis características da disforia de género em crianças);
  4. De acordo com os pais, quase um terço dos adolescentes, não parecia, em absoluto, sofrer de disforia do género antes de anunciarem ser trans;
  5. A maioria havia recebido um ou mais diagnósticos psiquiátricos, e quase metade auto-mutilava-se antes de a "disforia de género" aparecer;
  6. 41% havia expressado uma orientação sexual não heterossexual antes de se identificar como transexual;
  7. 47,4% tinha sido formalmente avaliado como um aluno especialmente dotado;
  8. 70% dos adolescentes pertencia a um grupo no qual, pelo menos um amigo "saíra do armário" como transexual. Em alguns grupos, a maioria dos amigos declarara-se transexual;
  9. Antes de anunciar a sua transexualidade, mais de 65% dos adolescentes havia aumentado o uso das redes sociais e o tempo que passavam on-line;
  10. Entre os pais que conheciam a situação social dos seus filhos, mais de 60% disse que o anúncio trouxe consigo um aumento da popularidade;
  11. Mais de 90% dos pais questionados eram brancos;
  12. Mais de 70% dos pais tinha um título universitário;
  13. Mais de 85% dos pais disseram apoiar o direito ao casamento das pares homossexuais;
  14. Mais de 88% dos pais questionados disseram apoiar os direitos das pessoas transexuais;
  15. Menos de 13% dos pais acreditavam que a saúde mental do adolescente tinha melhorado após a identificação como transexual;
  16. Mais de 47% disse que a saúde mental do seu filho havia piorado.

PS: usei a palavra transexual em lugar de transgénero, pois é de transexualismo que estamos a falar.

Acusações aos pais

64% dos pais haviam sido classificados como «transfóbicos» ou «intolerantes», pelos seus filhos, por razões como:

  • discordar da criança acerca da sua auto-avaliação como transexual;
  • recomendar que o filho se dê mais tempo para averiguar se os sentimentos de "disforia de género" persistem;
  • chamar o seu filho pelo pronome equivocado;
  • dizer-lhe que é pouco provável que as hormonas ou as cirurgias o ajudem;
  • chamar o seu filho pelo seu nome de nascimento, ou recomendar-lhe que, antes de se submeter à transição médica, trabalhe outros problemas de saúde mental subjacentes.

Pais, entendam: NUNCA ANTES, os indivíduos que sofriam de disforia de género haviam "saído do armário" como trans, em função do estímulo dos amigos e depois de se saturar nas redes sociais. NUNCA ANTES a identificação como «transgénero» havia precedido a experiências da disforia de género em si. E, agora, cá em Portugal, se o texto final, que, em princípio, será votado no dia 20 deste mês, for aprovado, qualquer reacção mencionada acima pode ser considerada "violência de género" e, caso a criança/adolescente denuncie os pais na escola, a direcção pode acionar os mecanismos mencionados na lei e os pais verão o seu filho ser-lhe retirado e institucionalizado até que o caso seja julgado em tribunal.

Perseguição a quem contraria a narrativa

Duas semanas depois da publicação do estudo da Drª Littman, e em resposta ao protesto dos activistas, a PLoS One (revista científica da Biblioteca Pública de Ciência) anunciou que levaria a cabo uma revisão posterior à publicação do seu trabalho e que se faria uma «correcção». A Drª Littman foi vítima de uma série de revisões. Em Março de 2019, sete meses depois da publicação inicial, a PLoS One divulgou a «correcção» de Littman. Nenhum dos resultados havia mudado.

Mas, a drªa Littman pagou o preço de ter enfrentado o lóbi "elgebetista". Acusando-a de fanatismo anti-trans, os activistas inundaram a página de Twitter da PLoS One e afirmaram que a Drªa Littman havia, deliberadamente, recolhido toda a informação de pais conservadores pertencentes a grupos anti-trans, quando, de facto, mais de 85% dos pais se haviam identificado como apoiantes dos direitos lgbtetc.  

Os jornalistas, pressionados pelos activistas e alguns deles também activistas, precipitaram-se sobre ela com "bidões de gasolina" nas mãos. Um estudante de pós-graduação e autoproclamado «activista transgénero», do departamento da Universidade Brown da Drªa Littman[3], denegriu-a na imprensa e publicou um artigo no qual a acusava de estar motivada por preconceitos. Outros activistas transgénero acusaram-na de ter ferido pessoas com o seu artigo. Qualificaram o seu trabalho como «perigoso» e insistiram que poderia conduzir os adolescentes, que se identificavam como transgénero, a «piores resultados de saúde mental». Pressionada, e com a desculpa de que o trabalho da Drª Littman poderia «desacreditar os esforços em apoiar os jovens transgénero», a Universidade de Brown retirou o seu próprio comunicado de imprensa, a favor do artigo, do seu site.

Médicos activistas perseguiram a Drª Litttman até ao Departamento de Saúde de Rhode Island, onde ela trabalhava, em par time, como consultora médica em projectos relacionados com a saúde das mulheres grávidas e dos bebés prematuros. Alegando que ela havia escrito um artigo «prejudicial» para as jovens transgénero, os activistas denunciaram-na ao seu empregador e exigiram que o Departamento de Saúde «pusesse um fim imediato à sua relação laboral com a Drªa Littman.

Os activistas queriam a cabeça da drª Littman numa bandeja. O Departamento de Saúde deu-lha e ela perdeu a sua consultoria renumerada.

E por cá? Sabe quantos profissionais de saúde enfrentam queixas na Ordem, por não se ajoelharem ao lóbi lgbtetc? Quantos se calam, com receio de perder o seu ganha-pão?

[3] Abigal Shrier, Dano Irreversível - A loucura transgénero que seduz as nossas filhas, pág. 63
Artigo baseado no livro: Dano Irreversível - A loucura transgénero que seduz as nossas filhas, de Abigail Shrier, que tem vindo a resistir a várias tentativas de censura.

 

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Novo Guia “O Direito a ser nas escolas”

Dezembro 10, 2023

Maria Helena Costa

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Nesta coutada socialista, onde serviços essenciais colapsam uns atrás dos outros, a prioridade de quem nos (des)governa é emitir guias, guiões e manuais que instruam os professores a encher a cabecinhas dos filhos dos cidadãos de ideologia do género. Para esse efeito, em Junho, saiu mais um guia: “O Direito a Ser [uma das letras do abecedário colorido] nas Escolas”. E, pasmem aqueles que ainda pensam que vivemos num país livre onde os pais têm os seus direitos fundamentais assegurados pela Constituição da República Portuguesa, pois o guia foi enviado para as escolas, «para o pessoal docente e não docente», sem que o Projecto de Lei 332/XV, que aplica e impõe a ideologia de género às escolas, tenha sido votado e aprovado na especialidade. Ou seja: o PS quer, o PS vota, o PS aprova e o povo só tem que comer e calar. Como ameaçou o Primeiro Ministro numa entrevista: «Habituem-se!».

Mais, o guia já aplica o PRIMEIRO «Texto de substituição relativo ao Projecto de Lei n.º 21/XV/1.ª (PAN), ao Projecto de Lei nº 332/XV (PS) e ao Projecto de Lei n.º 359/XV/1.ª (BE)», que, no Artigo 4.º Mecanismos de deteção e intervenção, na alínea 4, determina:

«Qualquer situação de assédio ou de prática de atos lesivos do bem-estar e do desenvolvimento saudável de estudante menor, ou de omissão do comportamento devido para os evitar, praticada dentro ou fora do espaço da escola, derivada da manifestação ou perceção de identidade ou expressão de género que não corresponde ao sexo atribuído à nascença, deve ser comunicada à comissão de proteção de crianças e jovens territorialmente competente

Assim, nas págs. 16-17 do Guia, pode ler-se:

  1. Fazer respeitar o direito a utilizar o nome autoatribuído, em todas as atividades escolares e extraescolares, que se realizem na comunidade educativa, sem prejuízo de assegurar a identificação da pessoa através do seu documento de identidade, em situação de exames nacionais ou outras similares.
  2. Assegurar o acesso a casas de banho e balneários, garantindo que este acesso é seguro e respeita a intimidade e a privacidade de cada pessoa.
  3. Na comunicação com a família, reconhecer a importância da privacidade e dignidade neste domínio. Pode haver situações em que a pessoa ainda não tenha comunicado a sua identidade de género a responsáveis legais, pai, mãe, familiares ou até mesmo no seu círculo de amizades.
  4. Detetar e comunicar às entidades competentes casos de violência ou maus-tratos, de que se tenha conhecimento, designadamente em contexto social e na família em razão destes fatores.

Vamos por partes, ou melhor, por pontos:

  1. Direito a utilizar um nome que não o seu nome próprio? Pode ser outro nome do mesmo sexo? Ou só pode escolher ser tratado por outro nome, caso também escolha ser do outro sexo? E se o aluno for gender fluid [género fluído]? Vai ser tratado por um nome de manhã e por outro à tarde? A mudança de nome nos documentos de identificação pública, enquanto se mantém o nome oficial para outras situações, não vai criar nas escolas o absurdo de o mesmo aluno ter dois nomes? Para uns efeitos, o aluno será identificado com o nome que consta no cartão de cidadão, para outros, será identificado com o nome auto-atribuído? Isto é que vai aqui uma açorda!
  2. Porque é que o Estado, em vez de impor a ideologia do género às escolas, não começa por fazer obras nas casas de banho a fim de garantir a privacidade de todos os alunos? Então, um rapaz, com todos os atributos de um rapaz, que mantém o seu órgão sexual intacto e funcional, mas que se identifica como rapariga, pode usar a casa de banho delas e tomar banho, nu, junto com elas?

Sim! É isso que diz o Artigo 5.º Condições de proteção da identidade de género e de expressão: «1 - Tendo em vista assegurar o respeito pela autonomia, privacidade e autodeterminação das crianças e jovens, que realizem transições sociais de identidade e expressão de género, devem ser conformados os procedimentos administrativos, procurando: [..] 3- As escolas devem garantir que a criança ou jovem, no exercício dos seus direitos, aceda às casas de banho e balneários, tendo sempre em consideração a sua vontade expressa e assegurando a sua intimidade e singularidade.»

Assegurando a intimidade e singularidade «das crianças e jovens, que realizem transições sociais de identidade e expressão de género»? E as outras? As que se identificam com o seu sexo e não se identificam com a letra T da bandeira colorida? Quem é que assegura a privacidade, intimidade e a singularidade delas? Quantos daqueles que estão a ler este artigo sabem o que significa «transição social de identidade e expressão de género»? Significa que não precisam de mudar rigorosamente nada no seu corpo, nem tomar hormonas do outro sexo, mas apenas identificarem-se e/ou vestirem-se (este requisito não é sequer obrigatório) como alguém do outro sexo. Ou seja: não é preciso “mudar de sexo” para tomar banho nu com as meninas, basta dizer que sente que é do outro sexo e pode desfrutar do gozo de estar num balneário cheio de meninas nuas. É o império dos sentidos! E isso, caro leitor, tem deixado um rasto de violações por todos os países onde a ideologia assaltou a Escola há mais tempo.

  1. Então, se a pessoa (no caso, qualquer menor de idade a partir dos 3 anos) não quiser que os pais saibam que ela é trans, a Escola esconde o facto dos pais, em nome da privacidade da criança? Quanto tempo passará até que aquilo que está a acontecer na Califórnia aconteça nas escolas portuguesas? O que é que está a acontecer na Califórnia?
    Em Janeiro de 2019, a ala política da Associação de Professores da Califórnia [CTA] reuniu-se para decidir sobre uma série de assuntos, incluindo o Item de Novos Assuntos #6/19-12, que era uma proposta para permitir que estudantes menores trans-identificados deixassem o espaço escolar para obter hormonas sem autorização dos pais. Os delegados aprovaram a medida. Um ano depois, o Subcomité dos Direitos Civis na Educação da CTA foi ao ponto de avançar para a criação de “clínicas de saúde na própria escola” que proporcionariam a “jovens cisgénero, transgénero e não-binários acesso igual e confidencial a uma vasta gama de serviços físicos, mentais e comportamentais.

É isto que estamos dispostos a ver entrar nas escolas para onde SOMOS OBRIGADOS a mandar os nossos filhos?

  1. Denunciar, é a palavra de ordem! Denunciar os pais, o vizinho, o colega do lado… Enfim, todos aqueles que não se submetam à auto-determinação de alguém e não confessem ver o que não vêem. Considera-se «violência ou maus-tratos», por exemplo, qualquer rejeição dos pais em aceitarem, apoiarem e incentivarem a sua Maria, que era extremamente feminina, nunca tinha demonstrado qualquer desconforto com o seu sexo e de repente chegou a casa a dizer que tinha nascido no corpo errado e que agora quer ser tratada por Manuel. É a essa rejeição e ao facto de os pais procurarem levá-la a um psicólogo não-afirmativo, que os “pulhíticos” que nos (des)governam rotulam como «assédio ou prática de atos lesivos do bem-estar e do desenvolvimento saudável de estudante menor […] derivada da manifestação ou perceção de identidade ou expressão de género que não corresponde ao sexo atribuído à nascença.» (Artigo 4.º Mecanismos de deteção e intervenção, alínea 4).

E, de uma vez por todas, entenda: O SEXO NÃO É ATRIBUÍDO À NASCENÇA; É CONSTACTADO.

Creio que a verdade acabará por prevalecer, mas também acredito que precisamos de lutar por ela no domínio público. Parte da luta é compreender a natureza enganadora e dissimulada da agenda da identidade de género. Lutamos com estatísticas e histórias.

PAIS,

O transgenerismo é um grande negócio travestido de movimento sobre direitos humanos. É difícil imaginar um movimento, “pelos direitos humanos”, tão incrivelmente ligado ao mercado capitalista; usado para vender roupas, maquilhagem, bloqueadores da puberdade, hormonas, cirurgias, serviços de beleza, filmes, séries de TV, tratamento para doenças mentais e lingerie, ao mesmo tempo que é financiado por bilionários filantrópicos, pela indústria da tecnologia e farmacêutica, grandes corporações e bancos.

Mas isso não acontecerá sem clientes.

As empresas que fabricam bloqueadores da puberdade e hormonas sintéticas de sexo cruzado, bem como os prestadores de serviços médicos que “oferecem” serviços cirúrgicos, têm muitos milhões €€€ a ganhar com as tendências actuais. Para aceitar a dependência de drogas para toda a vida, as dores pós-cirúrgicas e os efeitos secundários devastadores dos tratamentos, as mentes impressionáveis têm de ser convencidas de que o “género” está no centro das suas lutas de identidade e de que a medicina pode conseguir que deixem de ser rapazes e passem a ser raparigas, ou vice-versa.

O ponto de partida para esta experiência social sem precedentes é o sistema educativo, uma das ferramentas mais úteis na busca pelo poder. De acordo com Gary DeMar: «O que é ensinado na sala de aula numa geração será acreditado e praticado no governo e na sociedade na geração seguinte.»

As ideias têm consequências, mas, muitas vezes, quando nos apercebemos de que essas consequências estão a ser postas em prática, o navio já está a meio do oceano.

AINDA É HORA DOS PAIS!

 

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